
Santa Catarina atingiu, nesta terça-feira (16), a marca de 65 mil focos de Aedes aegypti em 2025 – mosquito causador da dengue, chikungunya e zika vírus. As informações são do Painel de Monitoramento de Arboviroses, divulgadas pelo Cieges SC (Centro de Informações Estratégicas para a Gestão do Sus).
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Dos 295 municípios de Santa Catarina, 239 já registraram casos prováveis de dengue, o equivalente a 81% do território. Florianópolis estima 6.505 menções prováveis da doença.
A chegada da temporada de verão é um fator decisivo para a maior incidência de Aedes aegypti neste fim de ano.
“As condições climáticas começam a ser muito favoráveis para a reprodução do mosquito”, explica o diretor da Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado), João Augusto Fuck.
Apesar do alto número de focos do mosquito em Santa Catarina, até metade deste dezembro o Dive registrou apenas 18.236 casos confirmados de dengue. Em 2023, o índice chegou a 119.081 casos. No último ano, em 2024, esse número chegou a 325.373 — quase 18 vezes a mais do que hoje.
Apesar disso, o informe registrou 2.799 notificações de chikungunya. São 840 prováveis e 699 confirmados. Isso representa um aumento de 577,4% em relação ao mesmo período de 2024, quando haviam sido contabilizados 124 casos prováveis. Até o momento, quatro óbitos pela doença foram confirmados.
O Dive divulgou ações simples, mas eficazes, no combate aos casos. São eles:
* Por Ana Horst
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