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Análise: Reação azurra com virada no final e o Avaí volta a respirar na Série B

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PorPorCarlos Alberto Ferreira jul 21, 2026 3 Min de Leitura
O Avaí encontrou forças onde parecia haver apenas apreensão e conquistou uma vitória de 2 x 1 merecida diante do América-MG, na noite desta terça-feira, na Ressacada.
Rachaduras na Ponte Colombo Salles acendem alerta estrutural

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PorPorRedação Jovem Pan News jul 20, 2026 3 Min de Leitura
Ferragens expostas e rachaduras na Ponte Colombo Salles preocupam especialistas; Estado prepara licitação para recuperar a estrutura
Análise: A consagração da Fúria, o mundo aos pés da Espanha

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PorPorCarlos Alberto Ferreira jul 19, 2026 3 Min de Leitura
A vitória por 1 a 0 sobre a Argentina na prorrogação, foi a coroação de uma seleção que privilegiou organização tática e futebol coletivo.
Carlos Bolsonaro reage após MPE arquivar investigação sobre mudança de domicílio para SC

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PorPorAna Horst jul 17, 2026 2 Min de Leitura
Pré-candidato a senador pelo estado publicou um vídeo em suas redes sociais celebrando a suspensão do caso
Análise: Mais uma decepção no Scarpelli e classificação vira missão quase impossível

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PorPorCarlos Alberto Ferreira jul 13, 2026 3 Min de Leitura
O empate sem gols diante do Volta Redonda, na noite desta segunda-feira (13), no Estádio Orlando Scarpelli, deixou uma sensação ainda mais amarga para os 3.920 torcedores que compareceram para apoiar o Figueirense. Em um momento decisivo da Série C, o time desperdiçou uma oportunidade importante de reduzir a distância para a zona de classificação e aumentou a preocupação em relação ao restante da competição. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O primeiro tempo apresentou um Figueirense mais organizado, com boa movimentação ofensiva e algumas oportunidades criadas, principalmente com Igor Bolt, Léo Maia e Zé Carlos. Faltou, porém, aquilo que tem sido uma deficiência recorrente ao longo da campanha: objetividade e qualidade nas conclusões. O domínio territorial não se transformou em gols, e a equipe voltou a sofrer com a incapacidade de definir as jogadas. Festival preocupante Se a etapa inicial ao menos trouxe sinais positivos, o segundo tempo foi marcado por um verdadeiro festival de erros. As alterações promovidas pela comissão técnica pouco acrescentaram ao rendimento coletivo, enquanto o time passou a atuar de maneira desorganizada, apostando mais na correria do que na construção de jogadas. O resultado foi uma equipe sem criatividade e sem capacidade para pressionar o adversário. O Volta Redonda, inclusive, esteve mais perto da vitória em determinados momentos. A equipe carioca desperdiçou uma chance clara, com finalização para fora, enquanto o Figueirense respondeu apenas em uma oportunidade com Zé Carlos. Muito pouco para quem jogava em casa e precisava desesperadamente dos três pontos para seguir sonhando com a classificação. A atuação expôs, mais uma vez, as limitações do elenco e a carência de um trabalho coletivo mais consistente. O ataque deixou a desejar, faltaram alternativas ofensivas e a estratégia adotada não foi suficiente para superar um adversário direto na luta contra a parte inferior da tabela. O empate apenas reforça a impressão de que o time ainda está distante do nível necessário para brigar pelas primeiras posições. A situação do Figueirense agora se torna extremamente delicada. Restando apenas cinco partidas para o encerramento da primeira fase, a equipe precisará vencer ao menos quatro confrontos para continuar alimentando esperanças reais de alcançar o G-8. Depois de mais uma apresentação pobre e decepcionante, a classificação deixou de ser apenas difícil e passou a depender de uma reação que, até aqui, o time alvinegro ainda não demonstrou ser capaz de produzir.
Celia Dalazoana, executiva de rádios, assume como Diretora Comercial da Jovem Pan Florianópolis

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PorPorRedação Jovem Pan News jul 8, 2026 2 Min de Leitura
Nova gestora tem experiência com direção e consultoria de diversas emissoras brasileiras
Análise: Remada viking adia o hexa

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PorPorCarlos Alberto Ferreira jul 5, 2026 3 Min de Leitura
A Copa do Mundo de 2026 terminou de forma dolorosa para o Brasil. A derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final, em Nova Jersey, não apenas adiou mais uma vez o sonho do hexacampeonato, mas também escancarou que a Seleção Brasileira precisará iniciar um novo processo de reconstrução. A frustração tomou conta dos torcedores que lotaram bares, praças e ruas de todo o país confiantes em mais uma classificação. O clima de festa transformou-se rapidamente em silêncio, decepção e muitas perguntas sobre os rumos do futebol brasileiro para os próximos quatro anos. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O revés diante da chamada “onda viking” simboliza muito mais do que uma eliminação precoce. O Brasil voltou a ser derrotado por uma seleção europeia em mata-mata de Copa do Mundo, ampliando o maior jejum de títulos de sua história. Mais uma vez, a equipe apresentou bons momentos, criou oportunidades suficientes para vencer, mas pecou justamente onde partidas desse tamanho costumam ser decididas: na eficiência. O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, a chance perdida por Endrick e a inspiração do goleiro Nyland abriram caminho para que Haaland resolvesse o confronto com a frieza dos grandes artilheiros. Ciclo encerrado A eliminação também representa o encerramento de um ciclo. Muitos dos jogadores que defenderam a Seleção nesta Copa dificilmente estarão no Mundial de 2030. Permanecendo no comando, Carlo Ancelotti terá a missão de promover uma renovação gradual, descobrir novos protagonistas e construir uma equipe mais consistente, capaz de competir em igualdade com as principais potências do futebol mundial. A tradição da camisa brasileira continua intacta, mas ela, sozinha, já não garante favoritismo. Brasil vence o Japão de virada e avança às oitavas de final da Copa do Mundo O próximo desafio já tem endereço definido. A Copa do Mundo de 2030 terá como sedes principais Espanha, Portugal e Marrocos, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão as partidas inaugurais em celebração ao centenário da competição. Até lá, o Brasil terá tempo suficiente para reorganizar sua estrutura, amadurecer uma nova geração e recuperar a identidade competitiva que fez da Seleção a maior campeã da história do torneio. A dor da eliminação continuará por algum tempo, especialmente para um torcedor acostumado a sonhar com conquistas mundiais. Mas toda grande reconstrução começa justamente após grandes frustrações. O sonho do hexa foi novamente adiado, não encerrado. A caminhada rumo a 2030 começa agora, com a obrigação de aprender com os erros, corrigir os caminhos e devolver ao futebol brasileiro o protagonismo que a torcida espera reencontrar no próximo Mundial.
Escoliose infantil: campanha alerta famílias em SC neste mês

Escoliose infantil: diagnóstico é importante contra avanço

PorPorRedação Jovem Pan News jun 30, 2026 5 Min de Leitura
Campanha Junho Verde orienta famílias sobre o diagnóstico precoce, destacando cuidados contra a evolução da escoliose infantil

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