
Cerca de 200 quilômetros de rede de drenagem foram limpos pela Prefeitura de Florianópolis ao longo de 2025. As ações de prevenção foram realizadas diariamente como medo de diminuir os impactos climáticos como os do ciclone atípico que passa por Santa Catarina durante esta semana.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, com apoio da Subsecretaria de Saneamento Básico, “o trabalho contínuo mantém os cursos d’água e os canais de drenagem com maior capacidade de vazão”, o que diminuiria o risco de enchentes e alagamentos.
A proporção de estruturas hídricas limpas em 2025 foi 33,7% maior do que no ano passado. No mesmo período, o município registrou 154 quilômetros – um aumento de cerca de 34%.
No mesmo período, 466 cursos hídricos receberam manutenção. Entre as regiões com maior volume de intervenções em macrodrenagem estão a Vargem Grande e o Rio Tavares, que ao longo do ano demandam uma atenção especial por concentrarem trechos mais extensos de canais e áreas sensíveis ao acúmulo de água, segundo a Prefeitura de Florianópolis
O município registrou alguns pontos de alagamentos especialmente no Norte da Ilha, mas o verdadeiro problema causado pelo ciclone foi na rede elétrica.
De acordo com a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina), 6.035 unidades ficaram sem energia elétrica apenas em Florianópolis. A maior concentração de desligamentos acidentais ocorreu no Sul da Ilha.
Apenas nos bairros Armação e Pântano do Sul, 3.544 residências tiveram interrupções na luz. No total, em Santa Catarina, 14.265 pontos tiveram desligamentos.
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