Profissionais de Educação de Palhoça entram em greve por tempo indeterminado

Resumo da Notícia

Professores municipais de Palhoça entraram em greve nesta quarta-feira (16), em uma manifestação que busca chamar a atenção para a longa história de desvalorização enfrentada pela categoria no município. O estopim para a greve ocorreu nesta terça-feira, quando os trabalhadores do magistério novamente não foram recebidos pelo Secretário de Educação, apesar de reunião marcada. Até então os profissionais estavam evitando a paralisação realizando a chamada “Operação Tartaruga”, para tentar uma negociação com a administração municipal, além de diversas articulações com vereadores. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Segundo o Sitrampa (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Palhoça), o movimento grevista não possui prazo determinado para encerramento e é motivado por salários defasados e pela ausência de pagamento do piso nacional do magistério. Os profissionais reivindicam mudanças nas condições de trabalho, incluindo a implementação do piso nacional na carreira, reformulação da legislação que rege os Professores Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) e a necessidade de melhorias na estrutura das escolas municipais. Alguns estabelecimentos, argumentam, apresentam problemas graves, representando riscos tanto para crianças quanto para as professoras e demais profissionais de educação.

Profissionais de Educação de Palhoça entram em greve por tempo indeterminado
Sitrampa/ Divulgação

Professores municipais de Palhoça entraram em greve nesta quarta-feira (16), em uma manifestação que busca chamar a atenção para a longa história de desvalorização enfrentada pela categoria no município.

O estopim para a greve ocorreu nesta terça-feira, quando os trabalhadores do magistério novamente não foram recebidos pelo Secretário de Educação, apesar de reunião marcada. Até então os profissionais estavam evitando a paralisação realizando a chamada “Operação Tartaruga”, para tentar uma negociação com a administração municipal, além de diversas articulações com vereadores.

Segundo o Sitrampa (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Palhoça), o movimento grevista não possui prazo determinado para encerramento e é motivado por salários defasados e pela ausência de pagamento do piso nacional do magistério. Os profissionais reivindicam mudanças nas condições de trabalho, incluindo a implementação do piso nacional na carreira, reformulação da legislação que rege os Professores Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) e a necessidade de melhorias na estrutura das escolas municipais. Alguns estabelecimentos, argumentam, apresentam problemas graves, representando riscos tanto para crianças quanto para as professoras e demais profissionais de educação.

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