SC deve atingir 220 municípios em estado de emergência por conta da estiagem

Resumo da Notícia

Em Santa Catarina, 90 municípios decretaram oficialmente estado de emergência por conta da estiagem que atinge o Estado desde 2019, segundo o Secretário Adjunto da Agricultura, Ricardo Mioto. Nos próximos dias, mais 130 cidades devem também publicar o decreto, junto à defesa civil, chegando a mais da metade de SC em estado de emergência (220 cidades). O principal programa do Governo do Estado para enfrentar a falta de chuvas é o SC Mais Solo e Água, lançado no ano passado. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp O projeto teve um aporte de R$ 300 milhões do orçamento estadual para construção de cisternas, proteção de nascentes, conservação do solo e perfuração de novos poços artesianos. Em 2022, o programa irá focar mais R$ 100 milhões para a instalação de equipamentos nas propriedades rurais para a diminuição de gastos hídricos e instalação de reservatórios. “De fato, é recorrente o problema da estiagem em Santa Catarina. Como o programa foi bem concebido, pensando numa visão de longo prazo, se entendeu que a proteção de nascentes e a construção de cisternas vão ser sim, lá na frente, importantíssimas para que a gente não passe tanta dificuldade nas crises hídricas que venhamos a ter na agricultura”, avaliou o secretário. A Epagri/Ciram registrou no final de dezembro do ano passado 24 Estações Hidrológicas em condição de estiagem. Entre as produções agrícolas afetadas, a de maior impacto será a do milho. A colheita, que se dá entre janeiro e junho de 2022, deve ter uma perda de 50% do plantio no Vale do Rio Uruguai, e 30% nas regiões oeste, meio oeste e planalto norte, segundo os técnicos do órgão.    

SC deve atingir 220 municípios em estado de emergência por conta da estiagem
Estiagem afeta com mais força municípios da região oeste | Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Em Santa Catarina, 90 municípios decretaram oficialmente estado de emergência por conta da estiagem que atinge o Estado desde 2019, segundo o Secretário Adjunto da Agricultura, Ricardo Mioto. Nos próximos dias, mais 130 cidades devem também publicar o decreto, junto à defesa civil, chegando a mais da metade de SC em estado de emergência (220 cidades). O principal programa do Governo do Estado para enfrentar a falta de chuvas é o SC Mais Solo e Água, lançado no ano passado.

O projeto teve um aporte de R$ 300 milhões do orçamento estadual para construção de cisternas, proteção de nascentes, conservação do solo e perfuração de novos poços artesianos. Em 2022, o programa irá focar mais R$ 100 milhões para a instalação de equipamentos nas propriedades rurais para a diminuição de gastos hídricos e instalação de reservatórios.

“De fato, é recorrente o problema da estiagem em Santa Catarina. Como o programa foi bem concebido, pensando numa visão de longo prazo, se entendeu que a proteção de nascentes e a construção de cisternas vão ser sim, lá na frente, importantíssimas para que a gente não passe tanta dificuldade nas crises hídricas que venhamos a ter na agricultura”, avaliou o secretário.

A Epagri/Ciram registrou no final de dezembro do ano passado 24 Estações Hidrológicas em condição de estiagem. Entre as produções agrícolas afetadas, a de maior impacto será a do milho. A colheita, que se dá entre janeiro e junho de 2022, deve ter uma perda de 50% do plantio no Vale do Rio Uruguai, e 30% nas regiões oeste, meio oeste e planalto norte, segundo os técnicos do órgão.

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