Creio que cada época tem os seus desafios lá atrás. De repente, o maior desafio era falta de conhecimento, falta de acesso à informação que eu vejo hoje. Quem quer empreender desde do nascimento a internet nos dá acesso, muita informação, mas com isso foi catapultado. Qualquer pequena empresa, em qualquer lugar do mundo, consegue ter acesso a informação de uma grande companhia, digamos, em tempo real.
Então, desafios estão mudando? Talvez a concorrência sempre foi grande, mas acho que o maior desafio é esse trabalho de anos de mudança de mentalidade, essa mentalidade. Eu levo para a porta da sua empresa, para fora, só enxergando o está tudo difícil, não dá. Alguém está olhando, encontrando oportunidades. Eu acredito que é um diferencial competitivo essa leitura de mundo com olhar otimista.
Cara, tem oportunidade aqui. Está difícil para mim, mas é o meu concorrente se posicionando como alguém melhor, melhor, digamos. Uma visão melhor, mais ágil, mais competente. Eu acho que na dificuldade a competência ela prevalece. Eu, a questão da Airton Senna, quando chegar o difícil para todo mundo, ele era o melhor na chuva, imbatível. Então acho que quanto mais difícil os competentes vão ter, mais oportunidades, porque vão crescer mais rápido naquele momento onde todas as portas se fecham, encontra porta aberta em cada época, desafios diferentes.
Como falei daquela minha dor, a dificuldade de crescer no segmento que tinha três grandes problemas um virou uma oportunidade de negócio, de crescimento. Eu acho que tem essa leitura, não é, digamos, aquele otimismo, um oba oba. Tudo vai resolver, tudo vai dar certo, mas tem um olhar de procurar oportunidade. Há uma oportunidade nisso aqui. E sabendo que o nosso diferencial competitivo nesse mundo que tudo muda tão rápido, o mundo sempre mudou, só que nunca tão rápido está acelerando e vai acelerar mais ainda.
Talvez nesse mundo onde tudo muda cada vez mais rápido, a oportunidade está em ser mais veloz da informação. Era difícil ser competitivo. Alguém tinha uma informação, explorava ela muito mais tempo até a concorrência se dar conta daquela visão de mercado, daquela tecnologia. Cara, isso hoje não existe mais. Então, acho que hoje um núcleo receptivo de qualquer empresa e que velocidade consegue se aproveitar da informação.
Uma leitura de mercado mais adequada. Então vê grandes corporações numa indústria antiga indo para um modelo muito de startup, tipo a forma de pensar, a forma de empreender, o tamanho do time, as empresas mais horizontais para dar fluidez, para dar velocidade. Então, se hoje tem alguém empreendendo nesse seja alguém já estabelecido, Eu acho que se não conseguir fazer a releitura de que eu tenho que ser mais horizontal possível, tem que ser mais ágil, Esse mundo atual, ele não vai conseguir se enquadrar.
Então, sabendo que tudo vai mudar, como é que eu trabalho num mundo assim? Uma leitura que eu faço que algumas coisas não mudam. Eu sei que meu cliente já queria cada vez um produto melhor, mais barato ou para uma oportunidades que não vai mudar. Então como é que eu faço isso? Então, acho que todo mundo que está nos ouvindo e empreende e tem essa leitura que está difícil, realmente está para você, imagina para o concorrente ter esse posicionamento.
Para ele vai ser mais difícil, porque eu vou agir de uma forma melhor e mais rápida. Eu acredito que é possível hoje, qualquer empresa, em qualquer lugar do mundo, com esse mundo globalizado, encontrar caminhos de crescimento. Mas vai muito mais do que tão somente acesso a informação. É um posicionamento. Eu vou me posicionar, eu vou conquistar. Eu sei que é possível, eu acho que isso está faltando até um pouquinho de gravação.
Falávamos sobre essa postura. O brasileiro fala em ganhar dinheiro americano. Não falo em fazer dinheiro por ganhar. Me parece um ato de sorte, um acaso. Mas eu acredito nesse fazer dinheiro. Vou dar oportunidades a que? Uma oportunidade grande. Se eu for bom nisso, gerar um valor pro meu cliente, ele vai me remunerar muito bem. Por isso. Então acho que vai muito dessa leitura de mundo e sempre foi difícil.
E acho que a dificuldade hoje está sendo essa, acompanhar tanta mudança. A gente tem esse sentimento, está ficando para trás todo ano afã de trocar de celular porque eu quero mais atualizado, tenho que pegar o iPhone 18. Tem que ser até setembro. Eu queria ter comprado, agora gera consumo, gera consumo. Mas acho que essa, essa pegada que a pessoas, hábitos, consumo está demonstrando a necessidade de tentar se manter atualizado nesse mundo.
Não quero ficar para trás. Então eu acho que o grande desafio de quem está empreendendo hoje é entender que ele vai ter que ser mais veloz que um concorrente em dedicar uma oportunidade, implementar ela.
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