
Após três meses de concessão à iniciativa privada, a Rodoviária Rita Maria segue sem boa parte das obras previstas contratualmente ainda no governo de Carlos Moisés (à época, Republicanos). A empresa vencedora da licitação foi o Consórcio Sinart, que ficou responsável pela aplicação de melhorias estruturais no Terminal Rodoviário.
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O contrato firmado para concessão da rodoviária é válido por 30 anos e avaliado em R$ 40 milhões. Na ocasião, a Sinart teve 60 dias para avaliar as estruturas e propor manutenções, que deveriam ser realizadas até metade de 2023.
Segundo a Sinart, alguns pontos já foram cumpridos. Um deles é a instalação de um parque de energia fotovoltaica, obra concluída no início deste ano.
A mudança dos guichês de venda de passagens para o mezanino tem prazo de dois meses para conclusão. A partir disso, a empresa deve iniciar o processo de modernização do saguão de embarque da rodoviária e também da praça de alimentação.
Apesar disso, pontos cruciais do contrato firmado entre a empresa e o Estado permanecem sem previsão após três anos de contrato. São eles:
Cabe à gestão de Jorginho Mello (PL), sob tutela da Secretaria de Estado da Infraestrutura, a fiscalização do cumprimento das demandas contratuais.
A redação da Jovem Pan News entrou em contato com a Secretaria do Estado da Infraestrutura e Mobilidade para questionar a supervisão das reformas na rodoviária, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
*Sob edição de Bruno Gallas
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