IMA apresenta estudo mais completo sobre situação de praias impróprias da Capital em dezembro

Resumo da Notícia

O instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) vai disponibilizar um relatório mais completo, próximo a 15 de dezembro, sobre a balneabilidade das praias de Florianópolis durante a temporada de verão, será o quinto de uma série. A análise vai avaliar os primeiros meses da temporada 2021/22. O assunto veio a tona após o último estudo do IMA apontar 26 praias impróprias para banho na capital, incluindo Canasvieiras. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp Marlon Daniela da Silva, responsável pelo laboratório do IMA, afirma que a situação de praias como Canasvieiras se deve às chuvas e ao descarte irregular de esgoto. “Esse rio que tem lá, Acari Margarida, numa condição normal, o mar o recebe e dilui, mas como houve a condição de chuva, veio uma grande quantidade e o mar não teve condição de diluir. E a coleta foi feita num dia posterior a chuva, ou em condições de chuva. Evidencia que existe contaminação nesse rio de forma clandestina que deveria estar sendo recolhido pela rede coletora que tem no balneário”. Para o gerente do IMA, será necessário esperar no mínimo cinco anos para que a Beira-mar Norte de Florianópolis volte a ser própria para o banho. Ele defende uma análise baseada em sequência de estudos “num bom espaço de tempo”.

IMA apresenta estudo mais completo sobre situação de praias impróprias da Capital em dezembro
Foto: Governo do Estado / divulgação

O instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) vai disponibilizar um relatório mais completo, próximo a 15 de dezembro, sobre a balneabilidade das praias de Florianópolis durante a temporada de verão, será o quinto de uma série. A análise vai avaliar os primeiros meses da temporada 2021/22. O assunto veio a tona após o último estudo do IMA apontar 26 praias impróprias para banho na capital, incluindo Canasvieiras.

Marlon Daniela da Silva, responsável pelo laboratório do IMA, afirma que a situação de praias como Canasvieiras se deve às chuvas e ao descarte irregular de esgoto. “Esse rio que tem lá, Acari Margarida, numa condição normal, o mar o recebe e dilui, mas como houve a condição de chuva, veio uma grande quantidade e o mar não teve condição de diluir. E a coleta foi feita num dia posterior a chuva, ou em condições de chuva. Evidencia que existe contaminação nesse rio de forma clandestina que deveria estar sendo recolhido pela rede coletora que tem no balneário”.

Para o gerente do IMA, será necessário esperar no mínimo cinco anos para que a Beira-mar Norte de Florianópolis volte a ser própria para o banho. Ele defende uma análise baseada em sequência de estudos “num bom espaço de tempo”.

Categorias em destaque

Pan

Pan

Me siga no Instagram!

Estarei de volta em breve

Pan
Receba as principais notícias no seu Stories! 🙏
Jovem Pan News Floripa