Dose de reforço tem intervalo reduzido em Santa Catarina; vacinação infantil depende do Ministério da Saúde

Resumo da Notícia

A partir desta segunda-feira (20) todas as pessoas com 18 anos ou mais poderão tomar a dose de reforço após quatro meses da aplicação da segunda dose da Pfizer, AstraZeneca ou Coronavac. O anúncio foi feito durante o lançamento da força-tarefa “Verão Mais Seguro”. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp Os imunossuprimidos que já tomaram a terceira dose podem receber a quarta dose também após quatro meses da aplicação da terceira. A vacina escolhida para a dose de reforço continua sendo a da Pfizer. Segundo Eduardo Macário, superintendente da Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), a antecipação da dose de reforço visa “enfrentar o risco de uma nova onda de infecções” e que “é fundamental que a população esteja com o sistema imunológico preparado para se proteger contra formas graves da Covid-19″. Sobre a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade, o início da imunização ainda segue incerto. Até a última sexta-feira (17), o governo federal havia informado que não havia doses infantis (1/3 da dose adulta) no Brasil, e o Ministério da Saúde ainda não incorporou o grupo entre 5 e 11 anos ao PNI (Plano Nacional de Imunização). A Anvisa deu permissão para o início da vacinação infantil na quinta-feira (16),  que precisa ser acatada pelo governo federal.

Dose de reforço tem intervalo reduzido em Santa Catarina; vacinação infantil depende do Ministério da Saúde
Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A partir desta segunda-feira (20) todas as pessoas com 18 anos ou mais poderão tomar a dose de reforço após quatro meses da aplicação da segunda dose da Pfizer, AstraZeneca ou Coronavac. O anúncio foi feito durante o lançamento da força-tarefa “Verão Mais Seguro”.

Os imunossuprimidos que já tomaram a terceira dose podem receber a quarta dose também após quatro meses da aplicação da terceira. A vacina escolhida para a dose de reforço continua sendo a da Pfizer.

Segundo Eduardo Macário, superintendente da Dive (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), a antecipação da dose de reforço visa “enfrentar o risco de uma nova onda de infecções” e que “é fundamental que a população esteja com o sistema imunológico preparado para se proteger contra formas graves da Covid-19″.

Sobre a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos de idade, o início da imunização ainda segue incerto. Até a última sexta-feira (17), o governo federal havia informado que não havia doses infantis (1/3 da dose adulta) no Brasil, e o Ministério da Saúde ainda não incorporou o grupo entre 5 e 11 anos ao PNI (Plano Nacional de Imunização). A Anvisa deu permissão para o início da vacinação infantil na quinta-feira (16),  que precisa ser acatada pelo governo federal.

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