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Mulher nua é encontarda morta em canteiro da SC-281

Mulher nua é encontrada morta em canteiro da SC-281

PorPorRedação Jovem Pan News jul 6, 2026 2 Min de Leitura
Bombeiros tentaram reanimar a vítima, que não portava documentos, no caso de mulher nua encontrada no Sertão do Imaruim, em São José
Polícia Militar e MPSC desarticulam facção criminosa de Florianópolis

Polícia Militar e MPSC desarticulam atuação de facção criminosa em Florianópolis

PorPorAna Horst jul 6, 2026 2 Min de Leitura
Operação contra tráfico de drogas atingiu área continental da capital, no bairro Monte Cristo
acidente beira-mar causa transito em florianópolis

Acidente entre caminhão e motorista de app paralisa Beira-Mar Norte e trava trânsito em Florianópolis

PorPorAna Horst jul 6, 2026 1 Min de Leitura
Semana começou com intervenções no trânsito da capital e quilômetros de fila após forte batida
A proposta de ampliação do MEI é um mero paliativo para os problemas estruturais do país

A proposta de ampliação do MEI é um mero paliativo para os problemas estruturais do país

PorPorJoão Victor da Silva jul 6, 2026 5 Min de Leitura
A multiplicidade de regimes tributários para as empresas gera distorções econômicas, estimula a sonegação e obriga o próprio governo a criar mais remendos. O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional, na semana passada, um projeto de lei que visa ampliar o limite de faturamento do MEI (Microempreendedor Individual) dos atuais R$ 81 mil para R$ 140 mil até 2028. O projeto também amplia o limite de contratação para até dois empregados. De acordo com o governo, a medida é importante para corrigir a defasagem acumulada desde 2018 e permitir “que negócios em processo de crescimento permaneçam enquadrados no regime simplificado por um período mais adequado ao seu estágio de desenvolvimento”. A primeira justificativa do governo parece adequada. Afinal, com o aumento da inflação no país, a ausência de reajuste do limite de faturamento do MEI parece uma demanda justa e urgente para manter os 17 milhões de microempreendedores no regime simplificado. Por outro lado, a própria necessidade da existência do MEI reflete uma deficiência estrutural da economia brasileira. O excesso de carga tributária e de obrigações dos demais regimes inviabiliza o crescimento dos pequenos negócios. Os empresários sempre são movidos pelos incentivos ao tomarem suas decisões empresariais e de investimento. Assim sendo, quando o governo vai onerando e dificultando o ambiente de negócios à medida que as empresas crescem, cria um incentivo para que se mantenham pequenas. Isso gera um problema de distorção alocativa na economia. Em outras palavras, em vez de fomentar o crescimento de empresas — que, em geral, tendem a ser mais produtivas —, o governo privilegia o pequeno e ainda distorce a competição entre empresas no mesmo setor, uma vez que o empresário menor, operando com menor custo tributário e menos obrigações, consegue ser mais competitivo do que o concorrente enquadrado em outro regime. E não se trata de conjectura. O recente Compendium of Productivity Indicators 2025, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mostra que, na maioria dos países, as grandes empresas apresentam produtividade do trabalho consistentemente superior à das menores. Em média, segundo o mesmo estudo, as empresas com mais de 250 empregados produzem cerca de duas vezes mais por trabalhador do que as de 10 a 19 empregados. Ao subsidiar implicitamente a permanência no pequeno, o Brasil, portanto, aloca mão de obra e capital justamente onde rendem menos. Pior ainda, quando o país estabelece múltiplos sistemas tributários, o incentivo do empresário deixa de ser o foco na operação da empresa. O foco torna-se alcançar maior eficiência tributária. E muitos ainda partem para a sonegação fiscal. Assim, criam-se problemas de erosão da base tributária e um maior desequilíbrio competitivo entre as empresas. Há, ademais, um efeito colateral menos visível. Um sistema tributário distorcido não apenas empurra o pequeno para baixo, mas também obriga o próprio governo a criar mais remendos na outra ponta. Diante de um regime empresarial pesado e disfuncional, o Estado passa a conceder subsídios, regimes especiais e benefícios fiscais setoriais aos grandes grupos econômicos, a fim de compensar o que a estrutura geral penaliza. Ou seja, complexidade gera mais complexidade. O MEI é o paliativo de uma ponta; os incentivos casuísticos aos grandes são o paliativo da outra. Em ambos os casos, o legislador remenda em vez de reformar. É justo reconhecer o contraponto. A formalização via MEI, ainda que imperfeita, retirou milhões de brasileiros da informalidade absoluta, conferindo-lhes CNPJ, acesso a crédito e cobertura previdenciária. Não se trata de um instrumento inútil e sua ampliação, no curto prazo, alivia uma dor real de milhões de empreendedores. O ponto, contudo, permanece: o MEI é um bom analgésico para uma doença que ele não trata. Ele torna suportável a convivência com um regime tributário empresarial mal desenhado, mas não o corrige. Nesse sentido, o próprio projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso é contraditório. Enquanto se vangloria da importância do MEI, está, implicitamente, admitindo que os outros regimes são piores para o empresário. Ou seja, a medida tem viés puramente paliativo e fortes indícios de interesse eleitoral — os 17 milhões de microempreendedores também são eleitores. Contudo, o Estado brasileiro necessita de uma economia mais produtiva e de uma competição econômica mais justa. Isso só será alcançado por meio de um regime tributário neutro e simples para as empresas. O correto e o corajoso não estariam em amenizar a doença, mas em curá-la. Enquanto seguirmos multiplicando remendos para pequenas e grandes empresas, continuaremos administrando os sintomas de um sistema que, na verdade, precisa ser reformado da raiz. Infelizmente, em Terra Brasilis, nem as empresas são iguais perante a lei.
Análise: Remada viking adia o hexa

Análise: Remada viking adia o hexa

PorPorCarlos Alberto Ferreira jul 5, 2026 3 Min de Leitura
A Copa do Mundo de 2026 terminou de forma dolorosa para o Brasil. A derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final, em Nova Jersey, não apenas adiou mais uma vez o sonho do hexacampeonato, mas também escancarou que a Seleção Brasileira precisará iniciar um novo processo de reconstrução. A frustração tomou conta dos torcedores que lotaram bares, praças e ruas de todo o país confiantes em mais uma classificação. O clima de festa transformou-se rapidamente em silêncio, decepção e muitas perguntas sobre os rumos do futebol brasileiro para os próximos quatro anos. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O revés diante da chamada “onda viking” simboliza muito mais do que uma eliminação precoce. O Brasil voltou a ser derrotado por uma seleção europeia em mata-mata de Copa do Mundo, ampliando o maior jejum de títulos de sua história. Mais uma vez, a equipe apresentou bons momentos, criou oportunidades suficientes para vencer, mas pecou justamente onde partidas desse tamanho costumam ser decididas: na eficiência. O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, a chance perdida por Endrick e a inspiração do goleiro Nyland abriram caminho para que Haaland resolvesse o confronto com a frieza dos grandes artilheiros. Ciclo encerrado A eliminação também representa o encerramento de um ciclo. Muitos dos jogadores que defenderam a Seleção nesta Copa dificilmente estarão no Mundial de 2030. Permanecendo no comando, Carlo Ancelotti terá a missão de promover uma renovação gradual, descobrir novos protagonistas e construir uma equipe mais consistente, capaz de competir em igualdade com as principais potências do futebol mundial. A tradição da camisa brasileira continua intacta, mas ela, sozinha, já não garante favoritismo. Brasil vence o Japão de virada e avança às oitavas de final da Copa do Mundo O próximo desafio já tem endereço definido. A Copa do Mundo de 2030 terá como sedes principais Espanha, Portugal e Marrocos, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão as partidas inaugurais em celebração ao centenário da competição. Até lá, o Brasil terá tempo suficiente para reorganizar sua estrutura, amadurecer uma nova geração e recuperar a identidade competitiva que fez da Seleção a maior campeã da história do torneio. A dor da eliminação continuará por algum tempo, especialmente para um torcedor acostumado a sonhar com conquistas mundiais. Mas toda grande reconstrução começa justamente após grandes frustrações. O sonho do hexa foi novamente adiado, não encerrado. A caminhada rumo a 2030 começa agora, com a obrigação de aprender com os erros, corrigir os caminhos e devolver ao futebol brasileiro o protagonismo que a torcida espera reencontrar no próximo Mundial.
Maré alta bloqueia trânsito na SC-405 e causa caos

Maré alta bloqueia trânsito na SC-405 e causa caos

PorPorRedação Jovem Pan News jul 3, 2026 2 Min de Leitura
Trânsito na SC-405 é bloqueado pela maré alta e causa caos na Capital, com filas de mais de 5 km no Sul da Ilha, nesta sexta-feira
Bombas de combustíveis recebem guia para evitar falhas em SC

Bombas de combustíveis recebem guia para evitar falhas em SC

PorPorRedação Jovem Pan News jul 3, 2026 3 Min de Leitura
Evento técnico em Florianópolis orienta postos de combustíveis, busca reduzir falhas nas bombas e evitar prejuízos aos consumidores e ao setor
Negroni Bar 2026 - Cadu Duarte

Negroni Bar une futebol, música e gastronomia com jogo do Brasil e apresentação de Cadu Duarte neste domingo

PorPorLuiz Moraes jul 3, 2026 2 Min de Leitura
Cadu Duarte anima o público do Negroni Bar após o jogo do Brasil neste domingo (6). Foto: Divulgação/Negroni Bar A transmissão do jogo Brasil x Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, e a apresentação do cantor Cadu Duarte, além da tradicional gastronomia de qualidade são atrações do Negroni Bar neste domingo (6). A programação começa às 16h, e você pode fazer sua reserva por telefone ou pelo WhatsApp por meio do número (48) 3304-9800. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Futebol e música se unem aos drinks autorais e ao ambiente descontraído do bar fechando o final de semana. Depois de torcer para a Seleção às 17h, acompanhe a atração musical para embalar o pós-jogo e garantir um momento especial no coração de Florianópolis! Vem para o Negroni Bar O Negroni Bar nasce como um encontro entre sofisticação, boa música e momentos que merecem ser vividos sem pressa. Anexo ao Devito Cucina Italiana, cada detalhe foi pensado para criar um ambiente intimista, elegante e cheio de personalidade, da carta de drinks aos shows ao vivo que tornam cada noite única. Negroni Bar transmite jogos do Brasil no mundial com experiências exclusivas em Florianópolis Seu destino para brindar, ouvir boa música e viver o melhor da noite na cidade. Esperamos por você!

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