UFSC recomenda barrar importação de tilápia do Vietnã devido ao alto risco de contaminação viral

Resumo da Notícia

Um parecer técnico elaborado pelo Laboratório de Sanidade de Organismos Aquáticos da UFSC, a pedido do secretário de Aquicultura e Pesca de Santa Catarina, Tiago Bolan Frigo, concluiu que a importação de tilápia do Vietnã representa risco elevado para a introdução do Tilapia Lake Virus (TiLV) no Brasil. O país é atualmente livre da enfermidade, considerada uma das mais destrutivas para a tilapicultura mundial. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O documento levantado pelo estudo da UFSC detalha que o TiLV circula amplamente na Ásia e pode causar mortalidade superior a 80% em alevinos e juvenis. Embora o risco associado aos filés congelados seja classificado como moderado-baixo, há incertezas sobre a persistência viral e rotas indiretas de contaminação, como resíduos de processamento, água de degelo e subprodutos utilizados como ração. A importação de alevinos e material genético, por sua vez, é considerada de risco muito alto. O parecer alerta que a introdução do vírus no Brasil exigiria respostas emergenciais, como novas vacinas, reforço de biossegurança e substituição de plantéis, elevando custos e ameaçando a sustentabilidade do setor, especialmente pequenos e médios produtores. Em Santa Catarina, a concentração de unidades de alevinagem e a alta densidade produtiva aumentariam os impactos sanitários, econômicos e sociais. Com base nas evidências científicas, no cenário epidemiológico asiático e nas vulnerabilidades da cadeia produtiva nacional, a UFSC recomenda não autorizar a importação de tilápia fresca ou congelada do Vietnã e reforçar ações de vigilância, certificação sanitária e planos de contingência contra o TiLV.

tilápia ufsc
Foto: Divulgação.

Um parecer técnico elaborado pelo Laboratório de Sanidade de Organismos Aquáticos da UFSC, a pedido do secretário de Aquicultura e Pesca de Santa Catarina, Tiago Bolan Frigo, concluiu que a importação de tilápia do Vietnã representa risco elevado para a introdução do Tilapia Lake Virus (TiLV) no Brasil. O país é atualmente livre da enfermidade, considerada uma das mais destrutivas para a tilapicultura mundial.

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O documento levantado pelo estudo da UFSC detalha que o TiLV circula amplamente na Ásia e pode causar mortalidade superior a 80% em alevinos e juvenis.

Embora o risco associado aos filés congelados seja classificado como moderado-baixo, há incertezas sobre a persistência viral e rotas indiretas de contaminação, como resíduos de processamento, água de degelo e subprodutos utilizados como ração. A importação de alevinos e material genético, por sua vez, é considerada de risco muito alto.

O parecer alerta que a introdução do vírus no Brasil exigiria respostas emergenciais, como novas vacinas, reforço de biossegurança e substituição de plantéis, elevando custos e ameaçando a sustentabilidade do setor, especialmente pequenos e médios produtores. Em Santa Catarina, a concentração de unidades de alevinagem e a alta densidade produtiva aumentariam os impactos sanitários, econômicos e sociais.

Com base nas evidências científicas, no cenário epidemiológico asiático e nas vulnerabilidades da cadeia produtiva nacional, a UFSC recomenda não autorizar a importação de tilápia fresca ou congelada do Vietnã e reforçar ações de vigilância, certificação sanitária e planos de contingência contra o TiLV.

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