Santa Catarina é líder no país em nível de ocupação e de empregados CLT

Resumo da Notícia

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na quarta-feira (22) os dados de Santa Catariana da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Santa Catarina é líder no país em nível de ocupação e de empregados com carteira assinada
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na quarta-feira (22) os dados de Santa Catariana da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

O estudo mostra que o Santa Catarina é líder em nível de ocupação (65,3%) e de empregados com carteira assinada (87,8%) no terceiro trimestre. Em relação ao trimestre anterior, a população ocupada cresceu 1,1%, com 42 mil ocupados a mais.

“Nosso estado é forte, é competitivo e está sempre crescendo. Estamos garantindo oportunidade para quem vive aqui e quer um futuro melhor”, destacou o governador Jorginho Mello.

A Pnad também destaca que houve crescimento da população ocupada em cinco das 10 atividades econômicas no estado no terceiro trimestre de 2023. O grupamento Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (8,1%), com 36 mil pessoas a mais, teve o maior crescimento percentual e absoluto de pessoas ocupadas. Outros setores que avançaram foram serviços domésticos (6,3%), Transporte, armazenagem e correio (5,4%) e Alojamento e alimentação (3,0%).

O secretário da indústria, do comércio e do serviço, Silvio Dreveck, complementa ainda que cada região contribui a sua maneira, mas os empregos estão sendo criados em todos os lados.

“Nessa semana, temos mais de 7 mil vagas de trabalho abertas no Sine. Isso é um sinal do dinamismo de Santa Catarina. O Governo está atuando para atrair cada vez mais investidores, oferecendo segurança jurídica para que eles possam prosperar, trazendo mais riquezas e desenvolvimento”, avaliou.

SC tem a menor proporção de desalentados

Os desalentados são pessoas fora da força de trabalho, que estavam disponíveis para assumir uma vaga, mas não tomaram providência para conseguir trabalho. O percentual de pessoas desalentadas (0,3%) no 3º trimestre se manteve o menor entre as Unidades da Federação, com recuo de 0,1 p.p. frente ao 2º trimestre, totalizando 14 mil desalentados.

O número é 32,4% menor que no 3º trimestre de 2022, quando eram 21 mil pessoas.

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