Primeiro a Programação Neurolinguística. A partir do momento que você conhece a Programação Neurolinguística, você vai ver que as coisas são coisas do dia a dia. Então, foi algo que foi experimentado. Não foi nada, foi testado, não foi inventado. Foi a partir da observação. Então, foram duas pessoas que criaram, que, a partir da observação de profissionais que tinham extremamente sucessos, pessoas, por exemplo.
Assim, de das mesmas escolas que estudaram as mesmas coisas. Uns têm sucesso, outros não. Escolas diferente, formas diferentes de se comunicar. Uns tinham sucesso, outros não. E essas duas pessoas? Eles começaram a conversar entre eles e ficaram como se fossem curiosos, falando bem simples. Com essa curiosidade, eles começaram a modelar, que é uma das formas da PNL de fazer a modelagem.
Então eles começaram a frequentar essas pessoas onde elas estavam? Geralmente eram terapias em grupo e observar exatamente tudo o que aquelas pessoas faziam. Isso se chama modelagem, que é o que nós fizemos até hoje. Quando a gente tem um bom exemplo, a gente modela aquela pessoa e para fazer essa modelagem, não necessariamente a gente tem que mudar o nosso jeito de fazer.
A gente só adapta para aquilo que tem realmente sucesso. E assim foi criado a PNL. E então, como que é aplicado isso em toda a vida, de todas as pessoas? Porque quando você fala, quando você ouve, quando você se mexe, tudo o tempo todo, tudo isso passa pela Programação Neurolinguística, tudo isso é PNL, tudo é uma forma de comunicação.
Então a PNL, ela vem para facilitar a interação entre as pessoas, a comunicação entre as pessoas, as pessoas conhecerem um pouco melhor, ver o que elas têm de melhor e também o objetivo delas. Se é para o trabalho ser, para um relacionamento. E aí você consegue montar a terapia em cima disso. E isso exatamente porque as pessoas se carregam.
Então eu sou a Naturologia. Quando eu estou em casa, eu sou a mãe. Quando eu estou com meu marido, eu sou a esposa. Não tem como separar a gente. É uma coisa só. A gente é uma pessoa só e a gente se carrega. E quando as pessoas vêm para um atendimento, geralmente elas vêm com uma queixa que a gente chama ou por algo que está em desafio.
Que dentro da PNL a gente não fala de dificuldade, a gente fala Desafio então aquele desafio que traz a pessoa. A partir disso, a gente vai buscar o que está travando a vida dela e geralmente é uma bola de neve, que se eu não estou bem no meu relacionamento, não vou estar bem para trabalhar, eu não vou estar bem para me comunicar.
Então a gente é uma coisa só e as pessoas às vezes vêm com uma queixa ali no trabalho ou no relacionamento e depois vai descobrir que o problema, a raiz do problema, está em outro, em outra parte da vida. Tudo influencia. Isso vem de infância. Isso a pessoa carrega desde os medos, tem um medo, é aplicado também na PNL, é aplicado.
Então pode ser que sim, pode ser que não, né? Porque pode. Deixa eu abri um parênteses para entender melhor. Então quer dizer, eu, Cristiana, vou lá no seu consultório porque eu estou sentindo, eu estou com um problema. Chegando lá, você vai, vai conversar comigo e vai identificar aonde o que você vai aplicar em mim é isso ou você aplica isso para todo mundo?
A PNL, não os atendimentos. Eles são exclusivamente para cada pessoa. Eu posso usar a mesma terapia, mas de forma diferente, porque a pessoa é única. Não existem duas pessoas iguais, mesmos os gêmeos univitelinos. Eles têm a sua própria emoção, a sua forma de ver, de sentir, de perceber. Sim. E na terapia é isso que acontece. Você chega então com uma queixa e a partir disso a gente vai ver a minha forma de trabalhar.
Nunca é trabalhando apenas aquilo que aparece, porque o que aparece é algo que está visível e o que está por trás disso é sempre a gente vai na raiz da questão então da onde que vem isso? Ah, eu tenho medo, eu tenho, Eu estou insegura. Eu estou insegura de falar em público, tá? O que aparece é isso, Mas o que mais está inseguro na sua vida?
Em que outros momentos você se sente insegura? E aí, a partir disso, a gente vai abrindo um leque e dentro da PNL nem sempre ou quase nunca, a pessoa precisa dizer o que ela está sentindo. Nossa, que ótimo! Adorei!
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