Dono de casa noturna em SC é investigado por estupro e cárcere privado de mulheres

Resumo da Notícia

O dono de uma casa noturna em Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, é alvo de uma investigação da Polícia Civil. O inquérito apura a denúncia de duas mulheres argentinas que alegam terem sido estupradas e mantidas em cárcere privado pelo homem de 49 anos.

Dono de casa noturna em SC é investigado por estupro e cárcere privado de argentinas
Foto: PCSC/Divulgação

O dono de uma casa noturna em Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, é alvo de uma investigação da Polícia Civil. O inquérito apura a denúncia de duas mulheres argentinas que alegam terem sido estupradas e mantidas em cárcere privado pelo homem de 49 anos.

Um mandado de prisão foi cumprido nesta quinta-feira (25) e recolheu o telefone do suspeito e o sistema de armazenamento de imagens das câmeras da boate. As informações devem ajudar a esclarecer o caso. O homem assinou um termo circunstanciado por causa de uma porção de drogas encontrada no imóvel.

Enquanto o conteúdo do dispositivos é analisado pela perícia, o empresário segue em liberdade, pois ainda não há provas comprovando os fatos. As mulheres passaram por exames e os resultados ainda não estão prontos, segundo a Polícia Civil.

Elas receberam amparo do serviço social de Bombinhas. Uma delas voltou para a Argentina, com ajuda da prefeitura, e a outra optou por continuar morando no Brasil.

O que diz a denúncia

O caso veio à tona no dia 22 de janeiro, quando a dupla chamou a Polícia Militar. Elas contarem que tinham chegado ao Brasil no dia 28 de dezembro e foram a uma festa naquela casa noturna, onde conheceram o proprietário e teriam recebido uma proposta de trabalho.

As mulheres teriam aceitado a oferta, mas relatam à PM que o homem as mantinha em cárcere privado no piso superior do estabelecimento e as obrigava a fazer sexo com ele sem camisinha. Conforme depoimento delas à Polícia Civil, a situação teria perdurado por duas semanas.

A PM informou ter atendido a ocorrência na UPA de Bombinhas, onde as mulheres recebiam atendimento médico. Segundo a guarnição, elas estavam bastante assustadas, temiam pela vida e contaram terem sido ameaçadas pelo homem, que alegava ser influente na sociedade.

Com informações de NSC Total. 

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