
Aliados do advogado-geral da união, Jorge Messias, e do presidente Lula (PT), estudam a possibilidade de acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) para rever a votação do Senado que barrou a indicação presidencial para o Tribunal. As informações são do Metrópoles.
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Segundo o colunista Igor Gadelha, a estratégia parte do advogado Marco Aurélio Carvalho, coordenador de um grupo de juristas progressistas e amigo pessoal de Lula e de Messias.
Carvalho teria dito estar reunindo um grupo de juristas e dirigentes partidários para “avaliar a conduta” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na votação. A avaliação é de um possível desvio de finalidade de Alcolumbre na condução do processo.
Segundo Gadelha, tanto Marco Aurélio quanto o restante do grupo estudarão reações para sugerir a Lula a possibilidade de acionar o Supremo. O entendimento é que deveria haver insistência no nome de Messias.
O advogado pessoal do presidente teve a indicação ao STF rejeitada na noite da terça-feira (29) por 42 votos a 34. A votação foi histórica, pois, desde 1894, durante o governo Floriano Peixoto, o Senado não rejeitava um indicado ao Supremo.
Nos bastidores, integrantes do governo atribuem a derrota a Alcolumbre e até a ministros do STF, que defendiam outros nomes para a Corte. Entre eles, Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
É a primeira vez que um indicado por um presidente ao Supremo é barrado no Senado desde 1891, ainda no governo de Floriano Peixoto.
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