Maior hospital da região oeste tem 350 médicos em greve, na cidade de Chapecó

Resumo da Notícia

O Hospital Regional do Oeste e o Hospital da Criança, ambos de Chapecó, estão com 350 médicos em estado de greve, que foi anunciada nesta segunda-feira (20) por tempo indeterminado. Os profissionais se recusam a realizar cirurgias e consultas médicas, atendendo apenas ocorrências de emergência e urgência. Eles reivindicam direitos trabalhistas atrasados, como o pagamento de plantões e sobreavisos. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp Segundo a diretoria do Hospital Regional, foram repassados R$ 7,2 milhões para quitação das dívidas, pela Secretaria de Estado da Saúde — informação confirmada pelo secretário André Mota Ribeiro. Mas ainda assim, o valor não teria sido suficiente para resolver o impasse. Os profissionais reivindicam atrasos desde junho deste ano. Entramos em contato com a Secretaria de Saúde de Chapecó para sabermos quais medidas serão tomadas para diminuir os impactos, mas não obtivemos resposta. O secretário André Mota está em Chapecó intermediando a situação, junto de outras instituições como a prefeitura. Os grevistas já haviam notificado os hospitais que, em um prazo de 15 dias, se a situação não fosse regularizada, uma greve de tempo indeterminado seria iniciada.  

Maior hospital da região oeste tem 350 médicos em greve, na cidade de Chapecó
Hospital Regional do Oeste é o maior e mais importante da região |  Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O Hospital Regional do Oeste e o Hospital da Criança, ambos de Chapecó, estão com 350 médicos em estado de greve, que foi anunciada nesta segunda-feira (20) por tempo indeterminado. Os profissionais se recusam a realizar cirurgias e consultas médicas, atendendo apenas ocorrências de emergência e urgência. Eles reivindicam direitos trabalhistas atrasados, como o pagamento de plantões e sobreavisos.

Segundo a diretoria do Hospital Regional, foram repassados R$ 7,2 milhões para quitação das dívidas, pela Secretaria de Estado da Saúde — informação confirmada pelo secretário André Mota Ribeiro. Mas ainda assim, o valor não teria sido suficiente para resolver o impasse. Os profissionais reivindicam atrasos desde junho deste ano. Entramos em contato com a Secretaria de Saúde de Chapecó para sabermos quais medidas serão tomadas para diminuir os impactos, mas não obtivemos resposta.

O secretário André Mota está em Chapecó intermediando a situação, junto de outras instituições como a prefeitura. Os grevistas já haviam notificado os hospitais que, em um prazo de 15 dias, se a situação não fosse regularizada, uma greve de tempo indeterminado seria iniciada.

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