
A falta de placa do IMA (Instituto do Meio Ambiente) alertando sobre a não-balneabilidade do Rio Capivari, na Praia dos Ingleses, fez com que muitos turistas se arriscassem nas águas poluídas que desembocam no mar durante o fim de semana. O local historicamente sofre com o esgoto e poluição. Segundo o Instituto, a fiscalização das placas é feita constantemente – assim como também são constantes os casos de vandalismo, em que são retiradas propositalmente.
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De acordo com o relatório de balneabilidade do IMA divulgado na última semana, o ponto da Praia dos Ingleses no qual desemboca o rio está com alta concentração da bactéria E. coli – estando imprópria para banho. A análise é do dia 22 de dezembro.
No entanto, a inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto na região, em novembro de 2023, fez com que a água do Rio Capivari apresentasse melhora significativa, além da redução do odor.
Por meio de nota oficial, o Instituto afirma que as placas que indicam se um ponto está próprio ou impróprio para banho são verificadas, regularmente, pelo Corpo de Bombeiros Militar, que possui uma parceria com o IMA. Ainda, que o problema na Praia dos Ingleses seria verificado ainda nesta segunda-feira (29).
O Instituto também reforça que o vandalismo e subtração da sinalização são crimes ambientais com todas as penas cabíveis.
O IMA ressalta que viabilizou a instalação de novas placas informativas em mais de 100 praias e balneários monitorados. Todas elas possuem QR Codes, direcionando para o site da balneabilidade (balneabilidade.ima.sc.gov.br), que é atualizado assim que os resultados são obtidos, e no aplicativo CBMSC Cidadão.
Devido ao fato de as placas serem danificadas, vandalizadas, queimadas e até excluídas, o IMA reforça a solicitação aos banhistas para que acessem os meios digitais para buscar a situação atualizada de cada ponto monitorado.
Lembrando que atos de vandalismo e/ou a subtração da sinalização são crimes ambientais previstos na Lei nº 9.605/98 e no Código Penal, pois omitem uma informação de utilidade pública que tem o objetivo de zelar pela saúde dos usuários, além do prejuízo ao patrimônio público.
Medidas como a inclusão do QR Code e o reforço de que o usuário visite o site do IMA com as informações antes de se deslocar para a praia, também visam à proteção dos banhistas e demonstram o compromisso da Instituição em trabalhar continuamente para aprimorar os canais de comunicação e minimizar esses incidentes que prejudicam o acesso à informação.
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