
A operação integrada e contínua Envio Seguro registrou mais de 100 ocorrências apenas em 2025, resultando na apreensão de quase 40 kg de drogas ilícitas. A iniciativa identifica o transporte de substâncias por meio do sistema postal, especialmente na região metropolitana de Florianópolis.
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A operação é voltada à fiscalização, monitoramento e investigação do uso dos Correios para envio de drogas.
Ao total, aproximadamente 28,6 kg de maconha e derivados foram interceptados — representando o maior volume entre as substâncias. As apreensões envolveram desde a forma prensada da planta e flores de skunk, até extratos oleicos, óleos de cannabis e refis para cigarros eletrônicos de maconha.
Já o haxixe representou mais de 5,7 kg entre as drogas. A substância consiste em uma forma concentrada da cannabis, em forma de “massinha” escura, com efeitos psicoativos semelhantes à maconha.
Os criminosos também tentaram transportar rogas sintéticas. Mais de 6.300 comprimidos de ecstasy foram apreendidos, além de um quilo de MDMA/MDA, em forma de pó ou cristal.
Três quilos de cocaína também foram identificados, bem como aproximadamente 1.000 frascos de lança-perfume. Em menor quantidade, também tiveram medicamentos de uso ilegal, como o misoprostol.
Munições de uso restrito também tentaram ser transportadas pelo sistema postal. As remessas apresentaram origens diversas, provenientes de diferentes regiões do país, com destinos também distribuídos pelo Brasil.
“Envio Seguro” é uma operação da PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina), por meio da DECOD (Delegacia de Combate às Drogas da Capital) e da COPC (Coordenadoria de Operações com Cães), em atuação integrada com a Receita Federal do Brasil e o Setor de Apurações e Inteligência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos-SAIF.
As drogas foram encontradas escondidas em objetos de uso cotidiano, embalagens comerciais, produtos alimentícios, itens infantis e outros artifícios destinados a dificultar a identificação, inclusive para tentar despistar a atuação de cães farejadores.




* Por Ana Horst
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