Prefeitura da Capital realiza mutirão de cidadania em abrigo da passarela

Resumo da Notícia

A Prefeitura de Florianópolis, por meio das Secretarias de Segurança e Ordem Pública e de Assistência Social, realizou nesta quarta-feira (26) um mutirão de cidadania no abrigo para pessoas em situação de rua na Passarela Nego Quirido (Passarela da Cidadania).

Prefeitura da Capital realiza mutirão de cidadania em abrigo da passarela
Foto: PMF/Divulgação

A Prefeitura de Florianópolis, por meio das Secretarias de Segurança e Ordem Pública e de Assistência Social, realizou nesta quarta-feira (26) um mutirão de cidadania no abrigo para pessoas em situação de rua na Passarela Nego Quirido (Passarela da Cidadania).

A ação teve como principais objetivos cadastrar os usuários do serviço no aplicativo Acolher e facilitar o acesso a serviços essenciais, como a emissão da segunda via de documentos, realizada em parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Polícia Científica. Ao todo, 118 novos cadastros foram realizados no aplicativo, e 45 pessoas solicitaram a emissão da carteira de identidade.

Durante a abordagem, realizada em colaboração com as polícias Civil e Militar, 134 pessoas foram atendidas. Aproximadamente 30 delas portavam objetos cortantes, como facas e pedaços de vidro. Além disso, um mandado de prisão em aberto foi identificado, e o indivíduo encaminhado à delegacia.

A secretária de Segurança e Ordem Pública da Capital, Maryanne Mattos, destacou a importância da iniciativa para a assistência social e o acompanhamento dessas pessoas.

“Esses equipamentos são fundamentais para a população em situação de vulnerabilidade, e nossa prioridade é garantir que a passarela seja um local de passagem e transformação. Por isso, estamos acompanhando de perto como tudo está acontecendo. Muitas estavam sem documentos, o que dificultava o acesso a empregos ou à matrícula na EJA”, afirmou.

Maryanne também ressaltou que a ação buscou consolidar dados para a criação de um cadastro único no estado de Santa Catarina, permitindo um acompanhamento mais efetivo dessas pessoas. “Queremos mapear todo o percurso delas nos serviços públicos, criando uma linha do tempo desde a rua até a reestruturação de suas vidas, compreendendo para onde vão e onde estão suas famílias”, completou.

Além disso, a iniciativa procurou ouvir as necessidades da população atendida, com atenção especial ao público feminino, visando aprimorar os serviços oferecidos e garantir mais dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

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