Aluno de escola estadual de São José encontra larva em merenda

Resumo da Notícia

Larva foi encontrada no feijão dentro do prato de um aluno da Escola  Professor Laércio Caldeira de Andrade, em São José, na Grande Florianópolis. O estudante publicou uma foto do animal nas redes sociais. Em outros dias, o lanche é apenas pão puro e até mesmo mofado, segundo relatos. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp A escola estadual é frequentada por mais de 1,2 mil alunos. A Secretaria Estadual de Educação, informou ser “inaceitável que os alunos tenham uma alimentação ruim na escola” e que está se reunindo com as empresas responsáveis para resolver o assunto. A pasta disse que aplica sanções previstas no contrato e que pode até haver rescisão do contrato. A empresa contratada disse, nesta terça-feira (16) que está averiguando a situação. Carla Garrafoli, mãe de aluno, diz que os estudantes ficam horas na instituição sem comer por causa da situação da merenda e que o filho está levando lanche de casa. A nutricionista Cristine Garcia Gabriel, diz que a refeição oferecida aos alunos, não atende a demanda nutricional dos adolescentes. Esse déficit pode trazer prejuízos aos jovens no processo de formação e de hábitos alimentares. Ela diz: “Seja em uma escola pública ou particular, não importa, isso não pode acontecer. A alimentação escolar é algo essencial”.    

Aluno de escola estadual de São José encontra larva em merenda
Foto: Instagram/ Reprodução

Larva foi encontrada no feijão dentro do prato de um aluno da Escola  Professor Laércio Caldeira de Andrade, em São José, na Grande Florianópolis. O estudante publicou uma foto do animal nas redes sociais. Em outros dias, o lanche é apenas pão puro e até mesmo mofado, segundo relatos.

A escola estadual é frequentada por mais de 1,2 mil alunos. A Secretaria Estadual de Educação, informou ser “inaceitável que os alunos tenham uma alimentação ruim na escola” e que está se reunindo com as empresas responsáveis para resolver o assunto.

A pasta disse que aplica sanções previstas no contrato e que pode até haver rescisão do contrato. A empresa contratada disse, nesta terça-feira (16) que está averiguando a situação.

Carla Garrafoli, mãe de aluno, diz que os estudantes ficam horas na instituição sem comer por causa da situação da merenda e que o filho está levando lanche de casa.

A nutricionista Cristine Garcia Gabriel, diz que a refeição oferecida aos alunos, não atende a demanda nutricional dos adolescentes. Esse déficit pode trazer prejuízos aos jovens no processo de formação e de hábitos alimentares. Ela diz: “Seja em uma escola pública ou particular, não importa, isso não pode acontecer. A alimentação escolar é algo essencial”.

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