O Governo de Santa Catarina, por meio da SED (Secretaria de Estado da Educação), anunciou nesta segunda-feira (2) mudanças no cronograma do Programa Universidade Gratuita. A partir do segundo semestre de 2025, todas as etapas — incluindo inscrições, renovações e contratações — serão antecipadas, garantindo que os estudantes conheçam a situação no programa antes do início das aulas.
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A decisão foi tomada após diálogo com representantes das instituições de ensino superior e estudantes, com o objetivo de oferecer mais previsibilidade e segurança para o planejamento acadêmico. O edital com as novas datas será lançado já em junho de 2025.
“O Universidade Gratuita é uma iniciativa do Governo do Estado, construída de forma participativa, a partir de um amplo debate na Assembleia Legislativa, com o envolvimento das Instituições Comunitárias de Ensino Superior e da sociedade catarinense. Como toda política pública de grande escala, sua implantação é gradativa e requer ajustes e aperfeiçoamentos ao longo do tempo. A consolidação completa está prevista para o primeiro semestre de 2027”, afirmou a secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta.
Além disso, outra novidade é que os estudantes poderão testar o seu índice de carência antes de efetuar a inscrição no programa, o que permitirá mais conhecimento e transparência sobre sua condição.
O Governo de Santa Catarina segue comprometido com o aprimoramento da gestão do Programa Universidade Gratuita e segue fielmente o que determina a Lei Complementar nº 831/2023, atualizada pelas LC nº 853/2024 e nº 866/2025, que orienta a implantação gradativa e sustentável do Programa.
Em comum acordo com as instituições universitárias, a SED orienta que os estudantes classificados com índice de carência e que estiverem enfrentando dificuldades entrem em contato com suas respectivas universidades. Os reitores estarão à disposição para realizar os encaminhamentos adequados a cada situação.
“Manteremos o diálogo aberto e permanente com instituições, estudantes e toda a sociedade catarinense, por entendermos que uma educação superior mais acessível, inclusiva e de qualidade se constrói de forma clara e colaborativa”, pontua a secretária.
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