Mulher que confessou ter matado e ocultado o marido em freezer será julgada no Oeste catarinense

Resumo da Notícia

Claudia Fernanda Tavares será julgada nesta quinta-feira (28) pelo Tribunal do Júri, em Capinzal, no Oeste catarinense, pelo homicídio do marido, Valdemir Hoeckler, de 52 anos, ocorrido em novembro de 2022, em Lacerdópolis. O caso chamou atenção pela forma como o crime foi executado: a vítima foi dopada, asfixiada e depois escondida dentro de um freezer da residência do casal.

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Foto: Redes Sociais/Reprodução

Claudia Fernanda Tavares será julgada nesta quinta-feira (28) pelo Tribunal do Júri, em Capinzal, no Oeste catarinense, pelo homicídio do marido, Valdemir Hoeckler, de 52 anos, ocorrido em novembro de 2022, em Lacerdópolis. O caso chamou atenção pela forma como o crime foi executado: a vítima foi dopada, asfixiada e depois escondida dentro de um freezer da residência do casal.

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As acusações

De acordo com o TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina), a ré responde por:

  • Homicídio duplamente qualificado (asfixia e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima);

  • Ocultação de cadáver;

  • Falsidade ideológica.

O crime

Segundo a denúncia, Claudia dopou o marido após o banho, amarrou pés e mãos e utilizou uma sacola plástica e uma câmara de pneu para asfixiá-lo. O corpo foi escondido no freezer da casa em Linha São Roque e descoberto uma semana depois, ainda intacto. Na ocasião, até mesmo bombeiros, sem saber da ocultação, chegaram a usar o freezer para armazenar bebidas durante buscas no imóvel.

Confissão e motivação

Pouco depois, Claudia confessou o crime em entrevista e alegou ter sofrido ameaças e violência doméstica ao longo dos 20 anos de relacionamento. A defesa sustenta que ela era vítima de abusos físicos e psicológicos.

Situação processual

Ela chegou a responder em liberdade em 2023, mas desde junho deste ano voltou ao Presídio Feminino de Chapecó, após recurso do Ministério Público.

O julgamento

  • Data: quinta-feira, 28 de agosto

  • Local: Câmara de Vereadores de Capinzal

  • Acesso: restrito a familiares, público limitado e imprensa com senha

Segundo o advogado de defesa, Matheus Molin, a estratégia será reforçar aos jurados o histórico de violência sofrido pela ré, apontando que ela teria agido após anos de abusos.

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