Governo rebate relatório do TCE e aponta erro em cadastro de estudantes que apareceram com patrimônio milionário no Universidade Gratuita

Resumo da Notícia

O Governo de Santa Catarina informou na quinta-feira (31) que a estudante apontada como tendo um patrimônio familiar de R$ 855 milhões, segundo relatório do TCE (Tribunal de Contas do Estado), foi vítima de um erro grosseiro de digitação.

Governo rebate relatório do TCE e aponta erro em cadastro de estudantes que apareceram com patrimônio milionário no Universidade Gratuita
Foto: Secom SC/Divulgação

O Governo de Santa Catarina informou na quinta-feira (31) que a estudante apontada como tendo um patrimônio familiar de R$ 855 milhões, segundo relatório do TCE (Tribunal de Contas do Estado), foi vítima de um erro grosseiro de digitação.

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A jovem, moradora de Luzerna, no Meio-Oeste catarinense, é filha de agricultores e vive com a renda de um estágio. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, os valores inflados no cadastro teriam sido causados por vírgulas mal posicionadas durante a digitalização das fichas preenchidas à mão pelos próprios estudantes.

A situação chamou a atenção do Governo do Estado, que analisou os 18 casos e confirmou os equívocos. “Infelizmente aconteceu a divulgação de dados que não poderiam ser informados. A família ficou assustada, e não podemos brincar com essas coisas”, afirmou o governador.

Mello explicou que o erro de digitação foi cometido pela própria aluna e reproduzido pelo TCE. “Eu recebi um vídeo da família de Luzerna e me indignou. Uma família de agricultores acusada de ter se beneficiado de bolsa gratuita e ter milhões na conta. A mãe da aluna nem sabia quanto era esse valor. Uma injustiça”.

O que diz o TCE

O Tribunal de Contas de SC disse que fez seu trabalho de forma ética e sem expor ninguém, e que não aceita ataques que tentam desmoralizar a instituição. Reforçou que o relatório sobre o programa Universidade Gratuita apontou milhares de problemas nas bolsas, o que mostra falhas graves no controle por parte do governo e das instituições.

O TCE afirmou que os casos precisam ser analisados um por um pela Secretaria da Educação para identificar onde houve erro ou fraude. O processo continua em sigilo e, ao final, quem tiver culpa — seja estudante, servidor ou universidade — pode ser responsabilizado.

O Tribunal também condenou o vazamento de dados e a manipulação de informações. E lembrou que outro órgão do próprio governo já tinha feito alertas parecidos no ano passado, mas nada foi feito.

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