Casos de conjuntivite aumentam e especialista alerta para cuidados no verão

Resumo da Notícia

Com o inicio da temporada de verão, casos de conjuntivite aumentam consideravelmente pela circulação de pessoas e o contato pessoal. Apesar do recente surto da enfermidade em Florianópolis, as redes pública e particular não notificaram os casos, por não ser considerada pelos médicos uma doença grave. Segundo a oftalmologista Deborah Ribas, são poucas as vezes que a doença evolui para casos mais graves, o que não tira a preocupação com a transmissão, que se dá pelo contato. Grupo 1: Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Grupo 2: Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp “Mesmo que você esteja próximo de uma pessoa contaminada, se não houver o contato direto, não vai haver infecção. Temos que ter muito cuidado com as nossas mãos, porque elas são um grande veículo de transmissão”, recomendou Deborah. “Evite compartilhar toalha de rosto e de banho e troque tudo isso com mais frequência nessa época em que o risco é maior”. A principal recomendação é lavar bem as mãos e evitar o contato próximo com pessoas que tenham a doença. O alerta é de que os sintomas das conjuntivites viral e bacteriana são muito semelhantes, o que dificulta o auto diagnóstico. “Em ambas se observa olho vermelho, irritação, sensação de areia, ardência e coceira”.

Casos de conjuntivite aumentam e especialista alerta para cuidados no verão

Com o inicio da temporada de verão, casos de conjuntivite aumentam consideravelmente pela circulação de pessoas e o contato pessoal. Apesar do recente surto da enfermidade em Florianópolis, as redes pública e particular não notificaram os casos, por não ser considerada pelos médicos uma doença grave. Segundo a oftalmologista Deborah Ribas, são poucas as vezes que a doença evolui para casos mais graves, o que não tira a preocupação com a transmissão, que se dá pelo contato.

“Mesmo que você esteja próximo de uma pessoa contaminada, se não houver o contato direto, não vai haver infecção. Temos que ter muito cuidado com as nossas mãos, porque elas são um grande veículo de transmissão”, recomendou Deborah. “Evite compartilhar toalha de rosto e de banho e troque tudo isso com mais frequência nessa época em que o risco é maior”.

A principal recomendação é lavar bem as mãos e evitar o contato próximo com pessoas que tenham a doença. O alerta é de que os sintomas das conjuntivites viral e bacteriana são muito semelhantes, o que dificulta o auto diagnóstico. “Em ambas se observa olho vermelho, irritação, sensação de areia, ardência e coceira”.

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