Em entrevista ao vivo nesta quarta-feira (30), no Jogo do Poder, Paulo Dionísio Fernandes, coordenador de Eleições do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), explicou que a troca de urnas é pouco frequente no Estado e fica em torno de 1% a 1,5%.
Segundo ele, em muitos casos, o equipamento volta a funcionar após ser reiniciado. Quando a substituição realmente é necessária, entra em operação a chamada urna de contingência.
Esse equipamento já possui os sistemas eleitorais oficiais, mas não contém previamente os dados da seção. Com o auxílio de um técnico capacitado, as informações da urna que apresentou defeito são transferidas para a urna de contingência.
Dessa forma, os votos já registrados são preservados e a votação continua normalmente a partir do ponto em que foi interrompida.
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