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O Que a Austrália Pode Ensinar ao Brasil Sobre Segurança no Trânsito

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Sobre este vídeo
Gerado por IA

Este vídeo foi retirado do canal Jovem Pan News Floripa e legalmente incorporado no Tudo Aqui SC com o propósito de divulgação e melhorar a experiência de quem assiste a programação da Jovem Pan News Floripa.

É uma ideia na Austrália, uma vez que eu fiquei maluco, cara os cara lá eles levam a prática com o mesmo peso da teoria, sem tá, não temos o problema do bebê quando dirige, não gera uma série de problemas, gera um custo. Lá na Austrália, o sistema de saúde é caríssimo para o governo australiano, então gera uma perda vidas, não gera uma conta pro governo muito alta sim.
Só que um dos maiores arrecadadores de impostos da Austrália é a bebida alcoólica, pois eles bebem culturalmente sim, tipo pub. Na sexta feira, final de tarde com ritual, você leva a família inteira para jantar lá no pub e assistir um jogo de futebol e encher a cara. Na verdade não leva nem como encher a cara. Eles vão tomar um drink e se beberam muito ou pouco, isso é relativo.
Eles estão ali, só que vai gerar um monte de problema depois não vai. Bom, é um ciclo, um círculo que funciona da seguinte forma o cara para abrir um empreendimento e vender bebida alcoólica. Um dos pré requisitos, além de uma porrada de exigência que eles pedem, é ter que ter um ponto de táxi ou de Uber, no caso, num raio de 100 metros de lá para fazer.
Se não, você não ganha o alvará. Mas aí na sexta e no sábado, das 18h00 até as 06h00 do outro dia, o táxi é meia bandeira. O governo não cobra imposto, não está negando o problema. Tu está trazendo solução, né não? Aí o táxi fica um terço do preço porque não tem impostos. Aí ele obriga o taxista a cobrar meia bandeira porque não tem e não está sendo tributado culturalmente.
O cara bebe, pega o táxi, vai pra casa e ainda aceita a lotação, os táxis, aceita e sabe como é que é. Aí o cidadão taxista que poderia estar tirando proveito de tudo isso e se dando bem. Mano, funciona. Eu fiz isso lá, juntei dois amigos, vamos para uma night, vamos lá para um bar não sei aonde vamos beber todo tipo de uma festa.
Aí um deles falou Eu tenho um taxista. Ele pegou o taxista foi, pegou o cara, depois me pegou e pegou o meu amigo e fomos para a festa. Quando nós chegamos na festa, o valor da corrida de ida, nós viramos para o taxista e pagamos metade da ida daquela corrida que ele tinha acabado de fazer. Pagamos metade, pagamos com ele e a outra metade eu te pago com a volta 01h30 da manhã, quando você me pegar aqui, fechado, fechado, cara.
Olha a confiança entre um e outro. Sim, sim, é cliente. Sim, É o cara que presta um prestador de serviço. Confiando no Brasil inteiro, estaremos aqui. E meia o cara tava lá. Nós pagamos a volta, chegamos seguro em casa. O que acontece se você for pego dirigindo bêbado na Austrália com algum teor de álcool? Imediatamente você perde a carteira por seis meses, sem apelação.
Sim. E se eu pagar 30 dias no xilindró? Ou você paga serviço social? Não tem apelação. Você pegou o bafômetro? Caiu, já era. Aí são seis meses, mente. Na segunda vez que você for pego, nunca mais dirige um, porque o governo te deu todas as oportunidades pra você não fazer isso com você. Simplesmente não fazer isso. Então, se a gente olha para esse tipo de metodologia e olha pra nossa ilha, que é um paraíso.
Pô, eu viajei o mundo. Acho que tu já foi a vários lugares também pra entender que tudo o que a gente vê no mundo tem aqui. Exato, É muito melhor. Eu até estava defendendo um toque do Teco, ainda pouco, com um broder aqui de Floripa. Uma das capitais. É uma cidade barata, apesar de todo mundo acha caro. As contas são.
Mas você já viu como é que é para ficar lá no Taiti? Exatamente. Como é que é pra ir pra Indonésia, o pai Maldivas ou pra Austrália ou para sei lá aonde? Havaí. Cara, é uma fortuna você ficar lá uma semana e aí você vê que Floripa não é tão cara assim porque tem tudo aquilo e está aqui na nossa frente.
O que a gente tem que valorizar? Olhar com esses olhos apaixonantes, saber gerenciar, usar da inteligência. Cara, é o que eu digo às vezes a preservação de uma praia, ela vira um negócio. O cara tem que parar de achar que o governo tem que sustentar tudo. Ele dá o primeiro estate, mas o povo pode resolver. O resto. É só permitir.

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