Infestação grave: escorpiões-amarelos se espalham por bairro em Braço do Norte

Resumo da Notícia

Uma nova varredura realizada pela Prefeitura de Braço do Norte, no Sul de Santa Catarina, encontrou mais 30 escorpiões-amarelos da espécie Tityus serrulatus no bairro Santa Luzia. A ação, feita no último dia 3 de junho pela Vigilância Epidemiológica, elevou para 92 o número total de exemplares capturados na localidade.

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Foto: Prefeitura de Braço do Norte/Reprodução

Uma nova varredura realizada pela Prefeitura de Braço do Norte, no Sul de Santa Catarina, encontrou mais 30 escorpiões-amarelos da espécie Tityus serrulatus no bairro Santa Luzia. A ação, feita no último dia 3 de junho pela Vigilância Epidemiológica, elevou para 92 o número total de exemplares capturados na localidade.

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Desde o início do monitoramento, já haviam sido recolhidos 11 escorpiões na primeira vistoria, 15 localizados por moradores, 11 em um segundo mutirão, 25 na semana passada e, agora, mais 30.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Nágila Morgan, o aumento expressivo no número de animais reforça a gravidade da infestação. “Estamos mantendo uma rotina intensa de fiscalização para conter a proliferação. A situação é séria e exige atenção contínua”, afirmou.

As varreduras são realizadas com o auxílio de lanternas de luz negra, que facilitam a localização dos escorpiões à noite, período em que estão mais ativos.

O secretário de Saúde do município, Michell Sombrio, informou que outras medidas já estão em andamento, como o mapeamento das áreas mais críticas, ações de orientação à população e novas fiscalizações. “Nossa resposta está sendo técnica e rápida. A segurança da população é nossa prioridade”, destacou.

Reprodução e risco à saúde

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Foto: Prefeitura de Braço do Norte/Reprodução

O escorpião-amarelo é nativo do Brasil e possui alta capacidade de reprodução por partenogênese — método em que a fêmea se reproduz sem a necessidade de um macho. Uma única fêmea pode gerar até 160 filhotes por ano, com descendentes prontos para sobreviver em cerca de duas semanas.

Por conta disso, o controle da espécie exige ação conjunta entre o poder público e os moradores. A Secretaria de Saúde informou que o monitoramento continuará e que a comunidade será atualizada sobre as próximas medidas de combate e prevenção.

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