
O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (Podemos), usou as redes sociais durante o domingo (3) para voltar a se manifestar sobre a greve dos servidores públicos municipais e fazer apelo para que os trabalhadores voltem aos seus postos. Segundo ele, a mobilização “não se justifica sob hipótese nenhuma”.
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“Isso é prejudicial para todo mundo. É prejudicial para a população, é prejudicial para os servidores que estão trabalhando na sua grande maioria e é prejudicial sobretudo para aqueles que faltam, em especial agora que a greve foi decretada ilegal”, afirmou.
A expectativa era de que os servidores em greve voltassem ao trabalho até 24h após a decisão da última quinta-feira (30), quando o TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) definiu a paralisação como ilegal. O Sincato, no entanto, optou por prosseguir com a greve.
“Fica aqui o meu apelo, que o sindicato tenha bom senso e que não coloque a categoria toda em risco como está colocando, e recomende o retorno ao trabalho. Tudo que nós prometemos nos acordos coletivos firmados, estamos cumprindo”, concluiu o prefeito.
Nesta segunda-feira (4), o Sintrasem anunciou uma nova assembleia, marcada para às 13h. Todos os servidores que aderiram à paralisação estão tendo os dias descontados na folha salarial.
Por meio de nota oficial, o Executivo muncipal afirmou que mantém diálogo com as categorias e, principalmente, cumprido integralmente todos os acordos firmados.
“Como exemplo, a prefeitura já anunciou a aplicação do reajuste salarial com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), além da manutenção dos compromissos assumidos no Plano de Cargos, Carreiras e Salários”, reiterou a administração.
Os servidores públicos municipais anunciaram greve geral em São José, na Grande Florianópolis, com início nesta terça-feira (5). Paralisação foi definida em assembleia do Sintram (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José) na última quarta-feira (29).
A greve acontece por tempo indeterminado e deve atingir todos os serviços públicos, mas, em especial, a saúde, a educação e a assistência social. A categoria defende melhores condições de trabalho e o fim da precarização que, segundo eles, avança em São José.
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