
Prefeitos de Santa Catarina intensificaram a pressão sobre o Senado para que avance a votação do projeto de lei que prevê a destinação de 1% do orçamento federal para a assistência social. A avaliação dos municípios é de que as cidades estão sobrecarregadas, principalmente diante do aumento da demanda por atendimentos sociais e da falta de recursos para manter a estrutura funcionando.
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A proposta busca ampliar o repasse para áreas essenciais como os CRAS, CAPS e demais serviços de acolhimento e atendimento à população vulnerável. Os prefeitos defendem que o reforço financeiro não deve se limitar apenas ao atendimento de moradores em situação de rua, mas alcançar toda a rede de assistência social, que hoje enfrenta dificuldades para manter equipes, programas e atendimentos em funcionamento.
Nos bastidores da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, a reclamação é de que os municípios acabam assumindo responsabilidades cada vez maiores sem a contrapartida financeira necessária por parte da União. A expectativa é de que o Senado acelere a análise da proposta para garantir um reforço no caixa das prefeituras e evitar o colapso de serviços considerados essenciais.
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