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Outras notícias de Política

trump vistos green card brasil

EUA anunciam revisão do Green Card de 19 países; Veja quais

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
A política migratória dos Estados Unidos volta ao centro do debate internacional após uma declaração feita pelo presidente Donald Trump na quarta-feira (27). Durante entrevista na Casa Branca, o presidente afirmou que pretende suspender a concessão do Green Card para imigrantes de países classificados pelo governo como “de terceiro mundo” -medida que integra um pacote mais amplo de endurecimento nas regras de entrada e permanência no país.  Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Embora o governo ainda não tenha detalhado os critérios, advogados especialistas em migração apontam que categorias que exigem comprovação de mérito técnico e impacto econômico devem continuar elegíveis por fazerem parte do perfil de interesse nacional. A lista citada por Trump segue a mesma utilizada quando o governo impôs restrições de viagem em junho de 2025. Na época, cidadãos de 12 países foram totalmente proibidos de viajar aos EUA e outros sete passaram a enfrentar limitações específicas. Entre eles estão: Afeganistão, Chade, República do Congo, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Irã, Iêmen, Líbia, Mianmar, Somália, Sudão, Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela. No Brasil, a YOUSA Law, escritório especializado em imigração norte-americana, reforça que o Brasil não aparece em nenhuma das listas e que vistos como o EB-2 NIW continuam acessíveis para profissionais que conseguem demonstrar relevância acadêmica, científica ou econômica.  Segundo o escritório, mudanças desse tipo tendem a afetar programas de entrada ampla, mas não costumam restringir categorias baseadas em mérito individual, o que mantém espaço para quem busca imigração regular com planejamento e documentação sólida.
Ulisses gabriel, delegado-geral da polícia civil de sc

Ulisses Gabriel vê motivação política em pedido de impeachment contra ele: “Tem incomodado muita gente” 

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 5 Min de Leitura
O pedido de impeachment protocolado e enviado à Comissão de Segurança Pública da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) contra o Delegado-Geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, teria motivação político-partidária de núcleos políticos do Sul do Estado. A declaração foi dada por ele durante o Jogo do Poder desta sexta-feira (28), em entrevista ao jornalista Emanuel Soares. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Ulisses recebeu convocatória para prestar contas na CSP, presidida pelo deputado Jessé Lopes (PL), em razão de ter participado de reuniões e eventos com prefeitos, vereadores, empresários e lideranças do PL em diversas cidades do Sul de Santa Catarina durante o horário de expediente.  Segundo o pedido, Ulisses utilizaria a condição de autoridade policial para ampliar sua presença pública e fortalecer vínculos políticos, além de postagens em redes sociais envolvendo entregas de viaturas e emendas recebidas pela Polícia Civil catarinense.  Tais atos, na visão do denunciante, configurariam uso político da Polícia Civil. De acordo com o delegado, a denúncia é inválida na origem – em função da motivação do denunciante e dos embasamentos. “O pedido de impeachment foi de um ex-PM que foi expulso da polícia militar no governo Jorginho. Ele quer criar um caos na gestão da segurança pública e criar crise no governo usando a minha pessoa. No decorrer da petição, um dos fatos é que o deputado fulano disse que eu estou fazendo campanha. Esse é o embasamento. Ou que a deputada fulana disse a mesma coisa. Um é candidato e outra tem marido candidato”, afirma.  Ulisses faz referência a Renato da Silva Rodrigues, ex-soldado da PM que, em 2023, foi alvo de um Processo Administrativo Disciplinar por “revelar fato de que tinha ciência em razão do cargo e que deveria permanecer em segredo”. Hoje, Renato é proprietário do site “Canal Criciúma”, portal de notícias de Criciúma e região.  “No decorrer da petição, cita eventos públicos de que participei com o governador, cita vídeos que eu mesmo faço, sem assessor de imprensa. E há alegação de que eu visitei prefeituras e deputados federais e divulguei os agradecimentos às emendas recebidas”, disse. “O deputado Cobalchini deu uma viatura para Caçador. Publiquei na minha rede social e divulguei. O deputado Gilson Marques fez grande investimento na polícia civil, a gente vê o deputado Ricardo Guidi, Daniel, Carol de Toni, o deputado Chiodini, Minotto, deputado Lima, todos os que deram um valor considerável para a polícia, eu entrego uma miniatura de viatura que eu pago do meu bolso”, finalizou. Além disso, para o delegado-geral, o sequente acatamento da denúncia por parte da Alesc foi motivado por disputa política de núcleos ligados ao Sul do Estado.  “Além do trabalho anticorrupção, que tem incomodado bastante gente aqui em Santa Catarina, há aumento no trabalho de polícia, e isso incomoda algumas pessoas. Há interessados. Canais de imprensa interessados, e esse cidadão é de um canal de comunicação, então não sei se está sendo remunerado para fazer essa representação. Tem uma questão político-partidária”, disse. Inicialmente, a Procuradoria-Geral do Estado compreendeu que não seria possível a Assembleia conduzir o processo de impeachment – entendimento que mudou após revisão. Agora, em nova compreensão, a PGE incumbiu à Procuradoria da Alesc uma manifestação a respeito. Nome à disposição do PL Apesar de não confirmar pré-candidatura a cargos eletivos, Ulisses pôs o nome à disposição não apenas do governador Jorginho Mello (PL), ao qual promete lealdade, mas também do Partido Liberal.  Isso porque se projeta um vácuo de representatividade política do Sul catarinense no âmbito estadual para a próxima legislatura, de acordo com Ulisses.  “Tínhamos oito deputados estaduais do Sul de Santa Catarina, dos quais o Soratto saiu, foi para a Prefeitura de Tubarão, e ficaram sete. Três não concorrem: Volnei Weber, Júlio Garcia, que concorre a Federal, e Zé Milton, pré-candidato a Federal. Ficam Jessé, Rodrigo Minotto, Pepê Collaço, que representa a Amurel e Tiago Zilli, que representa a Amesc”, diz. O vazio aumentaria na defesa da segurança pública – especialmente sobre candidatos com experiência teórica e empírica dentro das polícias.  “Na segurança pública havia 3 representantes. Egidio, prefeito de Blumenau, ficaram 2: Maurício Eskudlark, que não concorre, e tem o Sargento Lima, pré-candidato a deputado federal. Não existirá ninguém na segurança pública com experiência na área. Por fim, o delegado pôs as decisões nas mãos do “líder maior”, governador Jorginho Mello.  “Mas quem toma decisões é o governador Jorginho, tenho lealdade ao governador. Estive filiado ao PSD até 2020 e depois não mais, em partido algum. Quem decide isso é nosso líder maior, Jorginho. Estou à disposição do governador e do PL”.  Confira a entrevista completa com o delegado-geral da Polícia Civil de SC, Ulisses Gabriel:
zé trovão santa catarina

Mantida condenação contra deputado de Santa Catarina por violência doméstica

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
O caso ganhou repercussão nacional quando o parlamentar, em entrevista, admitiu ter estapeado o rosto da ex-mulher
marcos vieira psdb nacional

Deputado Marcos Vieira é reeleito vice-presidente nacional do PSDB

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), eleito por unanimidade, reassume a presidência do PSDB
Congresso Nacional Santa Catarina

Congresso derruba veto de Lula que garante o ressarcimento de R$ 385 milhões a Santa Catarina

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
O Congresso Nacional derrubou na manhã desta quinta-feira (27) o veto do presidente Lula a um dispositivo que garante o ressarcimento de R$ 385 milhões a Santa Catarina. O veto em questão foi aplicado ao artigo 16 da lei do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). O trecho previa que recursos transferidos pelo governo catarinense à União para a execução de obras federais do DNIT no estado fossem abatidos da dívida pública de Santa Catarina. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Por nota, o senador Esperidião Amin comemorou a decisão. “Desde 2022 nós apresentamos e aprovamos 6 textos de lei para que o governo federal ressarcisse o estado de Santa Catarina dos R$385 milhões que o governo do Estado, diga-se passagem, ainda na administração do governador Moisés, recurso que foram entregues ao governo federal para que o DNIT pagasse contas criadas com a baixa execução das obras nas BR’s 282, 285, 280, 470 e 163. Portanto, Santa Catarina entregou R$ 385 milhões de valor histórico, para que o DNIT pagasse essas contas como ressarcimento abatendo da dívida do Estado.  O parlamentar ainda lembra que Santa Catarina paga, todos os meses, cerca de R$ 60 milhões por conta das suas dívidas.  “Hoje nós tivemos a vitória que vai permitir que Santa Catarina abata da sua dívida correntemente. O crédito que foi transferido ao governo federal corrigido aos valores de hoje deve estar em torno de R$ 450 milhões, assim como a dívida foi corrigida, o nosso crédito também terá que ser corrigido. É uma vitória do governador Jorginho Mello, uma vitória do Fórum Parlamentar, é uma vitória de todos nós que lutamos por isso, e é justiça para o contribuinte, para o cidadão brasileiro”, finalizou Amin.
Luciane Carminatti convoca audiência pública para discutir a segurança e proteção às mulheres

Luciane Carminatti convoca audiência pública para discutir a segurança e proteção às mulheres

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
O documento recebeu convergência institucional para o enfrentamento ao feminicídio e para garantir proteção às mulheres
Catarinas por Elas

Governo de SC lança programa “Catarinas por Elas” como enfrentamento à violência contra mulher

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 3 Min de Leitura
A ação envolveu o governador Jorginho Mello (PL), a vice-governadora, Marilisa Boehm e mulheres do primeiro escalão do governo
esperidião amin ministros STF (1)

Amin levanta debate sobre limitação do tempo de mandato de ministros do STF

PorPorRedação Jovem Pan News 11 meses atrás 2 Min de Leitura
O senador Esperidião Amin (PP) solicitou ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça, senador Otto Alencar (PSD-SP), que seja deliberada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 16/2019) que limita o mandato de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a 8 anos.  Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp A PEC foi apresentada pelo senador Plínio Valério em março de 2019. No mesmo ano teve parecer pela aprovação do então relator, o ex-senador Antônio Anastasia. Com a saída dele para o Tribunal de Contas da União (TCU), o parecer perdeu a vigência e a PEC foi devolvida para indicação de novo relator para ser votada na CCJ.  “É um momento muito oportuno para colocar a PEC em deliberação. Pelo menos no debate – não estou dizendo que ele deveria ser aprovado – eu votaria a favor, e quero dizer que informei isto ao senador Rodrigo Pacheco, que é defensor desse projeto. Mas eu não quero entrar no mérito dele. Trata-se de substituir o atual processo de escolha de ministro do Supremo – eu não vou falar aqui o que eu penso que está acontecendo -, mas cada vez são mais jovens”, disse. A proposta visa alterar a Constituição Federal para modificar o processo de escolha dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e estabelecer mandatos de oito anos para esses ministros, sem possibilidade de recondução. A proposta também define prazos para a indicação, aprovação e nomeação dos ministros, com o objetivo de garantir celeridade e evitar que cargos fiquem vagos por muito tempo. “É um concurso pra ver quem é que fica mais tempo. Acho que a discussão de uma alternativa a este método de escolha que vem sendo muito criticado ultimamente seria saudável. Então, eu tomo a liberdade de lhe pedir que o senhor designe um relator já que ele está deserto, salvo melhor juízo, que ele possa pelo menos vir a lume, uma vez que ele está escondido e ele está por omissão nossa. Não debater esse assunto neste momento é sinal de omissão”, finaliza Esperidião Amin.

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