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Jogo do Poder Podcast Florianópolis

Jovem Pan News Florianópolis lança ‘Jogo do Poder Podcast’ nesta quarta-feira

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
Programa apresentado por Emanuel Soares estreia no YouTube da JP Florianópolis com entrevistas com lideranças políticas e análise do cenário eleitoral em Santa Catarina
Jorginho mello eleições 2026

Eleições 2026: Jorginho figura na lista de governadores com maior aprovação do Brasil; Tarcísio aparece com 64%

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 3 Min de Leitura
Com a divulgação da pesquisa da Datafolha que indicou 64% de aprovação ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirma-se o fato de que o catarinense Jorginho Mello (PL) segue sendo o segundo chefe de Executivo melhor avaliado no Brasil. Jorginho chega nas eleições deste ano com 76,1% de aprovação, segundo a pesquisa Jovem Pan News/Instituto Mapa divulgada na última sexta-feira (6), com 3 pontos percentuais de margem de erro. Em primeiro lugar está o goiano Ronaldo Caiado (União Brasil), que acumula 80% de aprovação. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Desses, 24,7% consideram ótimo o trabalho do atual governador catarinense, podendo ser 21,6% ou 27,8%, dada a margem de erro. 40.8% consideram a gestão boa, com 3,1% de margem de erro para mais ou para menos. 21% consideram regular. Foram ouvidas 1008 pessoas em 53 municípios catarinenses entre os dias 23 de fevereiro a 3 de março e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa é a primeira realizado pelo Instituto neste ano e está disponível no TRE sob o número SC-06075/2026. A pesquisa ainda dá conta que 69,2% dos entrevistados confiam no governador o bastante para votar nele nas eleições deste ano. 22,7% não confiam e 8,1% não souberam responder. A pergunta feita foi: “Você confia no governador Jorginho Mello?”, de maneira estimulada, entre os dias 26 de fevereiro e 3 de março. Por outro lado, a pesquisa Datafolha aponta que 45% dos paulistas classificam o governo Tarcísio como ótimo ou bom, 31% consideram regular e 20% avaliam como ruim ou péssimo. Outros 4% não souberam responder. Assim como na aprovação pessoal do governador, a avaliação positiva da gestão também apresentou avanço em relação ao levantamento anterior, quando 41% avaliavam o governo como ótimo ou bom. Destaca-se, portanto, o crescimento de Tarcísio. Na comparação com a pesquisa anterior, a aprovação do governador subiu três pontos percentuais, passando de 61% para 64%. Já a reprovação registrou queda, passando de 33% para 30%, enquanto o percentual de indecisos permaneceu em 6%. A pesquisa Datafolha entrevistou 1.608 eleitores com 16 anos ou mais em 71 municípios do estado de São Paulo, entre os dias 3 e 5 deste mês. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Perfis de aprovação entre Jorginho e Tarcísio para as eleições 2026 Enquanto a aprovação de Jorginho é interseccional – abrange um recorte de toda a sociedade catarinense, independentemente de classe social ou nível educacional, a aprovação do paulista tem padrão diferente. É mais elevada entre homens, eleitores mais velhos, moradores do interior e empresários.
alexandre de moraes

Em meio à crise no STF, Zema protocola pedido de impeachment contra Moraes

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
Segundo Zema, o motivo é a crise pela qual passa o Supremo, além de questionamentos sobre decisões de Moraes envolvendo o caso do Banco Master
moraes bolsonaro

Vorcaro trocou mensagens com Moraes no dia em que foi preso

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
O ex-proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, trocou mensagens com o ministro do STF Alexandre de Moraes no dia em que foi preso
jorginho mello santa catarina

Alta aprovação e índice de confiança impulsionam reeleição de Jorginho Mello, aponta pesquisa JP News/Mapa

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
Foram ouvidas 1008 pessoas em 53 municípios catarinenses entre os dias 23 de fevereiro a 3 de março e o índice de confiança é de 95%
sicário silêncio banco master

Quando o silêncio fala mais alto

PorPorRicardo Halla 7 meses atrás 4 Min de Leitura
O episódio envolvendo um auxiliar próximo ao proprietário do Banco Master trouxe à tona um conjunto de circunstâncias que dificilmente passariam despercebidas em qualquer democracia que leve a sério a transparência e o controle do poder. Trata-se de um homem que, segundo relatos, atuava como uma espécie de estafeta de confiança do presidente da instituição financeira, alguém que transitava nos bastidores e que, ao que tudo indica, tinha conhecimento de engrenagens que normalmente permanecem fora do alcance da opinião pública. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp De forma abrupta, ele apareceu internado, em estado gravíssimo, até que veio a confirmação de morte encefálica. A notícia se espalhou rapidamente e, com ela, surgiram inevitáveis questionamentos. O que aconteceu? Em que circunstâncias? Quem estava com ele? E, sobretudo, por quê? Quando episódios dessa natureza surgem em um ambiente onde circulam cifras bilionárias e interesses políticos de grande magnitude, o silêncio institucional não apazigua — ele inquieta. A ausência de explicações claras abre espaço para aquilo que a sociedade mais teme: a possibilidade de que fatos relevantes estejam sendo encobertos. Há quem sustente que esse personagem poderia ter informações relevantes sobre um esquema que envolve valores que ultrapassariam a casa dos 30 bilhões de reais desviados dos cofres públicos. Se essa hipótese tiver qualquer proximidade com a realidade, estamos diante de algo que transcende a corrupção comum. Estaríamos diante de uma engrenagem organizada de poder e proteção de interesses. E quando se fala em engrenagens dessa natureza, a história não costuma ser gentil com os ingênuos. No passado, os criminosos eram conhecidos pela violência explícita. Eram homens que agiam nas sombras, mas não escondiam o método. Hoje o cenário parece mais sofisticado — e talvez mais perigoso. Muitos dos que orbitam grandes esquemas não empunham armas nem aparecem como personagens do submundo tradicional. Vestem ternos, frequentam gabinetes, participam de reuniões institucionais e se apresentam à sociedade sob a aparência respeitável da vida pública. É justamente isso que torna tudo mais perturbador. Quando práticas dessa natureza se infiltram nas estruturas do Estado, o problema deixa de ser apenas criminal. Passa a ser institucional. O que está em jogo não é apenas dinheiro — embora trinta bilhões de reais representem uma cifra capaz de transformar realidades inteiras. O que está em jogo é a confiança da sociedade nas instituições que deveriam proteger o interesse público. E sem confiança institucional não há República que resista. O patrimônio público brasileiro já é insuficiente para atender às necessidades básicas de milhões de pessoas. Cada recurso desviado significa menos hospitais, menos escolas, menos oportunidades. Por isso, quando surgem episódios cercados de mistério envolvendo pessoas que transitavam nos bastidores de grandes estruturas financeiras e políticas, o país tem o direito — e o dever — de exigir respostas. A pior coisa que pode acontecer em uma democracia é a normalização do inexplicável. Quando mortes surgem envoltas em silêncio, quando testemunhas desaparecem ou deixam de falar, quando fatos relevantes permanecem sem esclarecimento, instala-se um ambiente perigoso: o da suspeita permanente. E suspeita permanente corrói instituições. O Brasil precisa decidir se continuará assistindo a episódios assim como meras notas de rodapé do noticiário ou se finalmente terá coragem institucional para enfrentar aquilo que, muitas vezes, se esconde por trás das aparências respeitáveis do poder. Porque se for verdade que existem estruturas capazes de manipular bilhões de reais do patrimônio público enquanto permanecem protegidas pela opacidade do sistema, então não estamos diante apenas de corrupção. Estamos diante de algo muito mais próximo de uma organização de poder que opera dentro do próprio Estado. E nenhuma República sobrevive por muito tempo quando o Estado deixa de servir ao povo para servir a si mesmo.
vorcaro master

Confira lista de deputados que mantinham contato pelo WhatsApp com Daniel Vorcaro, do Banco Master

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
Vorcaro foi detido na Operação Compliance Zero, que investiga esquema de fraudes de ao Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
cobalchini câmara dos deputados

Cobalchini é eleito presidente da Comissão de Meio Ambiente na Câmara dos Deputados

PorPorRedação Jovem Pan News 7 meses atrás 2 Min de Leitura
Com um discurso voltado à convergência, o parlamentar destacou que sua gestão será marcada pela união entre o crescimento econômico e a conservação ambiental

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