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Projeto na Serra fortalece pequenos negócios e amplia impacto em Santa Catarina

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PorPorRedação Jovem Pan News out 11, 2025 5 Min de Leitura
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Parcelamento de Pix: risco à vista no aumento do endividamento familiar brasileiro? especialistas explicam alternativa de crédito

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PorPorRedação Jovem Pan News out 11, 2025 5 Min de Leitura
Com o endividamento das famílias brasileiras alcançando 78,2% em maio de 2025, conforme a PEIC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), surge um alerta sobre a proliferação do parcelamento via Pix como nova via para comprometer o orçamento doméstico. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Embora o parcelamento possa parecer uma alternativa prática para quem precisa equilibrar as finanças, especialistas recomendam cautela. O professor Alisson Batista, do curso de Ciências Contábeis da Estácio, destaca que qualquer forma de parcelamento, inclusive via Pix, exige atenção para evitar que a dívida se transforme em armadilha financeira. “Avaliar se as receitas serão suficientes para liquidar todas as pendências financeiras é essencial. Caso se possua o recurso para pagamento à vista, é interessante pleitear um desconto”, diz o professor Alisson Batista. Batista frisa que os cuidados são semelhantes aos de compras com cartão de crédito ou crediário. “Caso a pessoa não tenha certeza de que o recurso ficará disponível para pagar o Pix parcelado, ela não deve contratar. Os riscos são os mesmos de ficar inadimplente com o cartão de crédito ou cheque especial, podendo incorrer em juros altos e outras restrições financeiras”, reforça. Franz Petrucelli, professor de Administração da Wyden, também recomenda cautela para quem deseja utilizar a modalidade. Segundo o professor, a falsa percepção pode levar a uma série de problemas financeiros, pois o serviço de parcelamento via Pix não é gratuito e funciona de forma semelhante a um empréstimo pessoal ou um financiamento. “O principal risco para quem acredita que o Pix parcelado não cobra juros é o endividamento. As empresas que oferecem essa modalidade de pagamento, como as fintechs, atuam como intermediárias. Elas pagam o valor total da sua compra ao lojista, e você, em troca, se compromete a pagar as parcelas para essa empresa. E é nesse processo que os juros e taxas são aplicados. O endividamento ocorre quando você assume dívidas que não consegue mais pagar”, diz o contador e mestre em administração. Dados que reforçam o cenário Riscos do parcelamento via Pix para famílias endividadas, segundo Franz Petrucelli: Para quem usa o Pix parcelado sem entender a cobrança de juros, o risco é maior por vários motivos: Dicas do professor Alisson para quem considera usar Pix parcelado:
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PorPorRedação Jovem Pan News out 10, 2025 6 Min de Leitura
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Santa Catarina bate recorde histórico nas exportações de carnes em setembro

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PorPorRedação Jovem Pan News out 9, 2025 4 Min de Leitura
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Exportações de Santa Catarina crescem 5% em 2025 e registram segundo melhor resultado da história

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PorPorRedação Jovem Pan News out 5, 2025 2 Min de Leitura
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PorPorRedação Jovem Pan News out 4, 2025 2 Min de Leitura
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Safra de verão em SC terá salto na produção de maçã e milho — mas queda de preços exige cautela no campo

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PorPorRedação Jovem Pan News out 2, 2025 7 Min de Leitura
A próxima safra de verão 2025/26 em Santa Catarina promete bons números no campo. Segundo as primeiras estimativas divulgadas nesta semana pela Epagri/Cepa, o Estado deve colher 615 mil toneladas de maçã, um crescimento expressivo de 28% em relação ao ciclo anterior — mesmo com queda de 0,3% na área cultivada. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp A produtividade média nas macieiras deve saltar 28,4%, alcançando 35,7 mil quilos por hectare, puxando para cima os resultados do setor. A variedade Fuji lidera com mais da metade da produção (51,2%), seguida pela Gala (47,2%). , com 44,3% da área e 47,2% da produção, enquanto as maçãs precoces representam 1,9% da área e 1,6% da produção. A região dos Campos de Lages concentra a maior parte da produção, com 83,1% do total, seguida por Joaçaba (11,2%) e Curitibanos (5,6%). Com previsão de maior volume produzido da fruta, a expectativa é de melhor margem para os produtores e preços mais competitivos no mercado nacional. As estimativas  envolvem ainda o arroz, a soja, o milho grão, o milho silagem, o feijão, a banana e o tabaco. A expectativa é de crescimento na produtividade de várias culturas, porém os analistas de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural alertam para uma possível retração nos preços, especialmente nos grãos, o que exige cautela dos produtores. Glaucia Padrão, analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, alerta que a queda nos preços dos grãos, impulsionada pelo aumento da oferta interna na safra anterior, exige que os agricultores catarinenses iniciem o novo ciclo agrícola revisando estratégias e ajustando as áreas de plantio para equilibrar custos e retornos. “A expectativa é que a análise de mercado e as decisões regionais orientem as escolhas de cultivo e permitam um planejamento mais seguro para a nova safra”, afirma Glaucia. A seguir, confira as estimativas de safra das principais culturas de verão de Santa Catarina. Safra de milho deve aumentar área cultivada  Após sucessivos anos de retração, a projeção inicial para a safra 2025/26 em Santa Catarina aponta crescimento de 0,83% na área cultivada em comparação ao ciclo anterior, resultado atribuído ao bom desempenho registrado na última temporada. A produtividade média estimada é de 8.735 kg/ha, o que poderá consolidar a segunda melhor marca da série histórica. A previsão é de 2,25 milhões de toneladas colhidas, volume inferior ao ciclo anterior, mas considerado positivo. No mercado doméstico, os preços seguem estáveis, com leve viés de alta sustentado pela demanda para rações e etanol, além do ritmo das exportações. Em Santa Catarina, cerca de 34% da área prevista já foi semeada, beneficiada pelas chuvas regulares que favorecem a germinação e o desenvolvimento inicial das lavouras. Área de milho para silagem se amplia no Estado O milho destinado à produção de silagem deve registrar aumento de 1,03% na área de cultivo em Santa Catarina nesta safra. Até o momento, aproximadamente 31% da área estimada já foi plantada. Embora o zoneamento agroclimático permitisse a semeadura desde o início de agosto no Extremo-Oeste e no Sul do Estado, o avanço das lavouras acabou sendo retardado pelas baixas temperaturas registradas no mês passado. Produção de feijão deve crescer, apesar da redução da área plantada Em Santa Catarina, o cultivo de feijão primeira safra segue perdendo espaço para milho e soja, refletindo uma migração de produtores para outras culturas na primeira janela de plantio. Para a safra 2025/26, a área plantada deve cair cerca de 5,67%, passando de 34.499 para 32.544 hectares, com produtividade média estimada em 2.061 kg/ha. Apesar da redução da área, a produção total da primeira safra deve crescer aproximadamente 5,36%, alcançando 67,3 mil toneladas. Até o momento, menos de 1% da área prevista para o Estado já foi semeada. Produção de bananas em SC se expande em 2025/26 A produção de bananas em Santa Catarina para a safra 2025/26 está estimada em 770 mil toneladas, representando um leve crescimento de 0,3% em relação ao ano anterior. A área cultivada deve crescer 3,2%, enquanto a produtividade média reduz 1,9%, atingindo 26.490 kg/ha. A banana-caturra domina a produção, com 72,6% da área e 82,4% da produção estimada, seguida pela banana-prata, com 27,4% da área e 17,6% da produção. As regiões do Norte e do Vale do Itajaí concentram 84,7% da produção, enquanto o Sul responde por 15,3% do volume colhido, mesmo com 24,4% da área em produção. A perspectiva de condições climáticas mais amenas ao longo da safra pode refletir na melhoria no desenvolvimento dos cachos nos bananais com maior qualidade e valorização da fruta no mercado, no comparativo com o ano anterior. Tabaco em SC cresce em área e produção A fumicultura catarinense projeta crescimento para a safra 2025/26, impulsionada principalmente pela expansão da área plantada, que deve subir 3,94%, alcançando 97.126 hectares. A produção total está estimada em 233.782 toneladas, aumento de 3,49% em relação ao ciclo anterior, enquanto a produtividade média estadual se mantém estável em 2.406 kg/ha. O crescimento se dá de forma horizontal, com foco na ampliação da área, refletindo os preços atrativos do tabaco. O cenário regional é heterogêneo: Criciúma projeta salto acima de 40% na área e na produção, enquanto Araranguá e Tubarão também apresentam forte expansão, com crescimento de 20% na área e aumento de 13% a 15% na produção, evidenciando otimismo dos produtores frente à rentabilidade da cultura. Próxima safra de arroz deve ser menor após recorde do último ciclo A safra de arroz 2025/26 em Santa Catarina começa com retração: a área cultivada deve cair 1,29% e a produtividade recuar 4,91%, retornando a níveis considerados normais após o desempenho recorde do último ciclo. Com isso, a produção total é estimada em 1,22 milhão de toneladas, resultado ainda positivo, mas menos expressivo que o de 2024/25. O excesso de oferta e as dificuldades de escoamento mantêm os preços internos em baixa, o que desestimula o plantio e já se reflete nas lavouras, com 46% da área prevista semeada até o momento. Áreda de cultivo de soja deve encolher no Estado Após

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