
Marcelo Brigadeiro (Missão), candidato ao governo do estado e ex-lutador de MMA, disse que pretende acabar com toda a população em situação de rua e matar todos os envolvidos com crime organizado. Afirmações foram feitas durante entrevista ao Jogo do Poder nesta sexta-feira (28).
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A entrevista com o político faz parte das sabatinas realizadas pela Jovem Pan News com os candidatos a gerir o estado. Já aconteceram as sabatinas com os candidatos: Jorginho Mello (PL), João Rodrigues (PSD) e Ralf Zimmer (PRD).
Segurança com internação e “tiro na cabeça”
“Qualquer um que não se entregar, ou que levantar um fuzil em direção a um policial, vai ser devidamente morto com um tiro na cabeça”, afirmou Marcelo Brigadeiro durante a entrevista.
Para o candidato a governador, Santa Catarina não é um estado seguro — ele só teria essa impressão por ser comparado com estados mais violentos, como o Rio de Janeiro.
Ele acredita que um dos reflexos dessa insegurança é o aumento da ‘favelização’ catarinense. Com mais pessoas morando em regiões periféricas, o político afirma que a população sob a influência de grandes facções criminosas também aumenta.
“Nós vamos entrar em todas as áreas que têm forte influência do tráfico de drogas, vamos prender todo mundo. Qualquer um que não se entregar, que levantar um fuzil em direção a um policial, vai ser devidamente morto com um tiro na cabeça. Porque comigo vai ser desse jeito, vão chorar onde vocês quiserem.”

No início da entrevista, ao falar sobre liderar o estado com mais de oito milhões de habitantes, Brigadeiro afirmou ser democrático e pensar no todo: “Não posso colocar as minhas convicções pessoais acima do interesse dessa gente toda”.
“Sou sujeito homem”, diz Marcelo Brigadeiro
O candidato do partido Missão promove rodadas de conversas, em meio a espaços públicos, para quem quiser debater. Sua próxima aparição deve ser na Praça do Pida, em frente à UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), nesta sexta-feira (28) às 17h.
Marcelo Brigadeiro diz que todos podem puxar uma cadeira e debater sobre suas propostas para governador, desde que mantenham o respeito. “Se não, vamos sair na porrada legal”, afirmou.
O ex-lutador afirma que não tem medo de entrar em briga pelo que defende: “Não é porque sou candidato que deixei de ser macho, eu sou sujeito homem”.






