
Membros do PSOL de Santa Catarina acionaram a Justiça para interromper o programa de voluntários de segurança pública em Florianópolis. O vereador Leonel Camasão (PSOL) divulgou a informação nesta quarta-feira (11) nas redes sociais.
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A ação do PSOL foi apresentada no TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) e pede uma medida cautelar para interromper imediatamente o programa. Segundo o partido, a norma que criou a iniciativa (Lei Municipal nº 11.498) invade competência da União. Ainda, o PSOL defende que a medida cria uma estrutura paralela de segurança e pode supostamente representar risco à população.
“Depois de diversos flagrantes de atuação irregular dos chamados ‘voluntários’, nós reunimos provas e argumentos para pedir a inconstitucionalidade da medida”, afirmou o vereador Camasão em vídeo.
As principais críticas ao sistema de segurança vieram após um episódio, divulgado nas redes sociais, em que voluntários estariam abordando uma pessoa em situação de rua.

A Jovem Pan News Florianópolis entrou em contato com o prefeito Topázio Neto para entender quais seriam as atitudes da prefeitura. Ele afirmou estar “tranquilo” e que aguarda a notificação oficial para realizar a defesa.
Para o prefeito, o sistema de voluntariado “melhorou muito a segurança de todos, melhorou a organização da cidade, e os partidos de esquerda não gostaram disso”. Ele defende que esta ação judicial pende para uma insegurança na cidade.
A criação do voluntariado foi um projeto de lei aprovado na Câmara Municipal, com base em leis federais, segundo Topázio Neto. O prefeito ainda contou à JP News: “O que eu fico admirado é que não tem nenhum movimento que venha no sentido de melhorar a segurança ou as condições da cidade. Sempre é questionando alguma coisa que a prefeitura fez e que melhora a ordem da cidade”.
Por Ana Horst
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