Jovens mineiros encontrados mortos na Grande Florianópolis vieram a SC em busca de trabalho

Resumo da Notícia

A previsão é de que os corpos dos jovens saiam de Florianópolis e cheguem em Minas Gerais entre a noite de domingo e a manhã de segunda

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Foto: Reprodução.

Os quatro jovens mineiros encontrados mortos em Biguaçu no último sábado (3) teriam vindo à Grande Florianópolis para trabalhar e ajudar a família nas respectivas terras natais. O corpo deles foram identificados em área de mata. A confirmação da morte foi feita pela mãe de uma dos rapazes que acompanha as investigações em Santa Catarina.

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Bruno Máximo da Silva, de 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, também de 28, Guilherme Macedo de Almeida, de 20, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, de 19, foram vistos pela última vez no Centro de Florianópolis, segundo a Polícia Civil. Eles moravam juntos em São José e pretendiam permanecer no Estado para tentar melhores condições de vida.

Segundo a EPTV, o reconhecimento foi realizado por familiares de Guilherme Macedo de Almeida e só foi possível por meio das tatuagens das vítimas. Sílvia Aparecida do Prado, mãe de Pedro Henrique, também auxilia as demais famílias durante o processo de identificação.

A previsão, segundo ela, é de que os corpos dos jovens saiam de Florianópolis e cheguem em Minas Gerais entre a noite de domingo e a manhã de segunda-feira (5).

As condições que levaram ao assassinato dos quatro segue sendo investigado pela Polícia Civil. Há suspeita de que teriam sido confundidos com integrantes do crime organizado.

Quem eram os jovens encontrados mortos na Grande Florianópolis

Bruno Máximo da Silva tinha 28 anos, era natural de Guaranésia (MG) e pai de dois filhos, de 1 e 3 anos. Ele foi um dos primeiros a chegar no estado, ainda em outubro, antes dos demais. O jovem planejava alcançar estabilidade financeira e melhorar as condições de vida da família.

Daniel Luiz da Silveira, de 28 anos, era natural de Guaxupé (MG) e foi o último do grupo a chegar a Santa Catarina, na véspera do Natal. Considerado pela família uma pessoa responsável e focada, acreditava que a mudança representaria o início de uma nova fase.

Guilherme Macedo de Almeida tinha 20 anos, era natural de Guaranésia (MG) e também chegou no estado catarinense em dezembro. Gostava de motos, música e tecnologia. Era soldador e trabalhava na área havia quase dois anos antes de se mudar para Santa Catarina.

Pedro Henrique Prado de Oliveira tinha 19 anos. Nasceu em Araraquara (SP), mas foi criado em Guaranésia (MG). Trabalhava em um restaurante e estava em Santa Catarina desde o fim de outubro.

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