MPSC notifica Figueirense e Polícia Militar após briga generalizada na final da Copa Santa Catarina

Resumo da Notícia

A instituição busca identificar as pessoas envolvidas no conflito do último domingo (23) na Capital

Briga torcedores Figueirense
Foto: Redes Sociais/Reprodução.

O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) está investigando o episódio de briga generalizada no estádio Orlando Scarpelli na final da Copa Santa Catarina, que ocorreu no último domingo (23). O Clube de futebol foi notificado na segunda-feira (24).

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O conflito aconteceu durante o jogo entre o Figueirense Futebol Clube e o Joinville Esporte Clube — confira detalhes aqui. Torcedores do Furacão do Estreito do setor B iniciaram a briga entre si, que logo envolveu a Polícia Militar. O estopim ainda não foi confirmado.

A 29ª Promotoria de Justiça da Capital notificou o Figueirense para que preste esclarecimentos sobre os fatos ocorridos, as medidas adotadas para controlar a situação, e eventual identificação dos envolvidos.

O 22º Batalhão da Polícia Militar também foi notificado para que explique as ocorrências do dia e para que realize a identificação dos conflitantes. O MPSC também apura quais providências estão sendo adotadas pós-briga.

Dez dias é o prazo estabelecido pelo Ministério Público para que o Clube e a PM concedam as informações.

Relato dos envolvidos

Em nota, o Figueirense Futebol Clube “lamentou os episódios de violência ocorridos, envolvendo confrontos entre “torcedores” do clube, entre si, resultando em intervenção da Polícia Militar que acabou por retirar alguns indivíduos do Estádio, fazendo o uso da força, conforme demonstram algumas imagens”.

Já a Polícia Militar de Santa Catarina, por meio de nota, informou que “ao chegarem ao local, encontraram um homem em evidente estado de alteração, que relatava ter sido agredido por outros torcedores. No momento em que a guarnição solicitou que ele se retirasse do estádio para restabelecimento da ordem, o indivíduo passou a demonstrar comportamento hostil, tentando agredir os policiais. Diante da resistência ativa e da tentativa de agressão, foi necessário o uso progressivo da força, com técnicas de imobilização”.

*Por Ana Horst

Sob supervisão de Jéssica Schmidt

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