
Santa Catarina alcançou em 2024 o maior rendimento mensal real domiciliar per capita da história: R$ 2.544. O valor representa um aumento de 20,3% em relação a 2022, quando o rendimento era de R$ 2.114 (valores atualizados pela inflação). Os dados são do módulo “Rendimento de Todas as Fontes”, da PNAD Contínua, divulgado pelo IBGE em maio.
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Com esse resultado, o Estado ocupa a terceira posição no ranking nacional, ficando atrás apenas do Distrito Federal (R$ 3.276) e de São Paulo (R$ 2.588), e à frente de todas as demais unidades da Federação.
O crescimento em Santa Catarina acompanha a tendência nacional: todas as 27 unidades da Federação registraram alta real no rendimento entre 2022 e 2024, sendo que 19 delas, incluindo SC, bateram recordes históricos.
A Região Sul também teve o maior rendimento médio entre as grandes regiões do país, com R$ 2.499 mensais por pessoa, superando Sudeste (R$ 2.381), Centro-Oeste (R$ 2.331), Norte (R$ 1.389) e Nordeste (R$ 1.319).
O IBGE também apontou queda na desigualdade de renda em todo o país. O Índice de Gini da renda domiciliar per capita caiu para 0,506 — o menor desde o início da série histórica, em 2012. Em 2019, antes da pandemia, o índice era de 0,544.
Os resultados positivos reforçam a posição de Santa Catarina como uma das economias mais sólidas do país, com indicadores sociais e econômicos acima da média nacional.
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