Medalha Cruz e Sousa é entregue a oito expoentes culturais de Santa Catarina

Resumo da Notícia

O CEC-SC (Conselho Estadual de Cultura)  entrega, nesta quarta-feira (24), a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa a oito homenageados, numa solenidade que acontecerá às 19h no Museu Histórico de Santa Catarina, localizado no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis. A data celebra os 160 anos do escritor catarinense.

Medalha Cruz e Sousa é entregue a oito expoentes culturais de Santa Catarina
Mural de Cruz e Sousa homenageia artista | Foto: Cristiano Estrela / Secom

O CEC-SC (Conselho Estadual de Cultura)  entrega, nesta quarta-feira (24), a Medalha de Mérito Cultural Cruz e Sousa a oito homenageados, numa solenidade que acontecerá às 19h no Museu Histórico de Santa Catarina, localizado no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis. A data celebra os 160 anos do escritor catarinense.

Os indicados à medalha são: Aliduino Zanella (Patrimônio); Jeruse Maria Romão (Letras); João Antônio Schmitz (Cultura Popular); Jorge Luiz Schröder (Artes Visuais); Marco Aurélio da Cruz Souza (Dança); Rosilda Mara Rodrigues Moroso (Letras); Daniel Lucena – in memoriam (Música); Banda Dazaranha – pessoa jurídica (Música).

A Medalha de Mérito Cultural Cruz e Souza é oferecida àqueles que por meio de projetos e ações relevantes, ajudam no desenvolvimento cultural de Santa Catarina. A condecoração foi criada em 1994, por meio do decreto nº 4892/94.

Quem foi Cruz e Sousa

João da Cruz e Sousa (1861-1898) foi um poeta e escritor que nasceu em Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), SC. Filho de ex-escravos, teve sua educação financiada pelos antigos proprietários de seus pais, estudando no Liceu Provincial de Santa Catarina. Suas principais obras são Missal (prosa) e Broquéis (poesia), que o tornaram um dos primeiros agentes do simbolismo no Brasil, e o principal expoente do movimento literário no país. É também patrono da Academia Catarinense de Letras, representado na cadeira nº 15.

Na segunda-feira (22), no plenarinho da ALESC, o deputado Fabiano da Luz (PT) encontrou-se com a trineta de Cruz e Sousa, Emilene, durante a 1ª Conferência de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial em Santa Catarina. Na ocasião, foi entregue à ela um documento simbólico que reconhece o escritor como promotor público, direito que lhe foi negado em 1883.

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