Projeto Antifacção: Câmara aprova emenda que retira direito ao voto de presos cumprindo pena

Resumo da Notícia

Foi aprovado na Câmara dos Deputados o projeto que impede que detentos exerçam direito ao voto durante o período em que estiverem cumprindo pena. A emenda integra o projeto antifacção, aprovado na mesma sessão, e recebeu 349 votos favoráveis dos demais parlamentares. Apenas 40 se opuseram.  Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp A medida é de autoria do partido Novo e estabelece que ninguém sob custódia do Estado possa exercer cidadania ativa – isso é, o direito de votar. A lei já estipulava que apenados também não pudessem exercer cidadania passiva. Isso é, o direito a serem votados.  A suspensão do título ocorre enquanto durar a reclusão, independentemente do regime ou da existência de condenação definitiva. O deputado eleito pelo Novo em Santa Catarina, Gilson Marques, a mudança retifica uma falha da democracia brasileira. “Hoje foi dia de colocar a casa em ordem. Não se pode permitir que criminosos influenciem o rumo da política enquanto estão presos”, afirma o parlamentar. O partido afirma que tal proposta não viola a presunção de inocência e também não antecipa pena. Segundo a sigla, a interpretação é de que a perda da liberdade impõe limites naturais ao exercício dos direitos políticos plenos. “Quer participar da democracia? Não cometa crime ou cumpra a pena”, continua Gilson, um dos articuladores da emenda. Com a aprovação na Câmara, o texto segue agora para análise e votação no Senado Federal. O deputado Gilson Marques participará do Jornal da Tarde e concederá entrevista ao jornalista Raphael Polito. O programa começa às 15h, no 98,3FM, com transmissão ao vivo no YouTube.

Câmara aprova emenda que impede presos de votar durante o período de reclusão
Foto: Secom/Divulgação.

Foi aprovado na Câmara dos Deputados o projeto que impede que detentos exerçam direito ao voto durante o período em que estiverem cumprindo pena. A emenda integra o projeto antifacção, aprovado na mesma sessão, e recebeu 349 votos favoráveis dos demais parlamentares. Apenas 40 se opuseram. 

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A medida é de autoria do partido Novo e estabelece que ninguém sob custódia do Estado possa exercer cidadania ativa – isso é, o direito de votar. A lei já estipulava que apenados também não pudessem exercer cidadania passiva. Isso é, o direito a serem votados.

 A suspensão do título ocorre enquanto durar a reclusão, independentemente do regime ou da existência de condenação definitiva.

O deputado eleito pelo Novo em Santa Catarina, Gilson Marques, a mudança retifica uma falha da democracia brasileira.

“Hoje foi dia de colocar a casa em ordem. Não se pode permitir que criminosos influenciem o rumo da política enquanto estão presos”, afirma o parlamentar.

O partido afirma que tal proposta não viola a presunção de inocência e também não antecipa pena. Segundo a sigla, a interpretação é de que a perda da liberdade impõe limites naturais ao exercício dos direitos políticos plenos.

“Quer participar da democracia? Não cometa crime ou cumpra a pena”, continua Gilson, um dos articuladores da emenda.

Com a aprovação na Câmara, o texto segue agora para análise e votação no Senado Federal.

O deputado Gilson Marques participará do Jornal da Tarde e concederá entrevista ao jornalista Raphael Polito. O programa começa às 15h, no 98,3FM, com transmissão ao vivo no YouTube.

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