
Nos últimos anos, o bem-estar deixou de ser apenas um tema relacionado à saúde. Ele passou a influenciar também a forma como as pessoas vivem, se vestem, projetam suas casas e ocupam os espaços da cidade.
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Esse movimento acompanha uma mudança cultural mais ampla. Em um mundo marcado por excesso de estímulos, jornadas intensas de trabalho e vida urbana acelerada, cresce o interesse por experiências que favoreçam presença, equilíbrio e qualidade de vida.
O resultado é o surgimento de uma nova estética do bem-estar.
Essa estética aparece em diferentes dimensões da vida cotidiana. Na moda, por exemplo, o crescimento do chamado athleisure transformou peças originalmente pensadas para a prática esportiva em roupas do dia a dia. Marcas passaram a investir em tecidos tecnológicos, conforto e liberdade de movimento como valores centrais do vestuário contemporâneo.
O design de interiores também reflete essa mudança. Ambientes mais silenciosos, materiais naturais, iluminação suave e espaços que favorecem a pausa e a convivência ganharam destaque em projetos residenciais e comerciais.
Segundo relatórios globais do Global Wellness Institute, o mercado de wellness ultrapassou os 5 trilhões de dólares e continua crescendo justamente porque deixou de ser restrito a produtos ou serviços isolados. Hoje, ele se manifesta como uma cultura que atravessa diferentes setores, da arquitetura à moda, da alimentação ao turismo.
Essa transformação influencia também a forma como os espaços dedicados ao movimento são concebidos.
Se antes academias eram projetadas quase exclusivamente para performance física, hoje cresce o interesse por ambientes que integrem estética, experiência sensorial e convivência social e a saúde física e mental. O treino passa a ser apenas uma parte de uma experiência maior de cuidado e estilo de vida.
Nesse contexto, arquitetura, design e movimento começam a dialogar de forma mais direta com a saúde e o bem-estar.
Espaços bem iluminados, materiais naturais, atmosfera acolhedora e identidade estética passam a fazer parte da experiência de bem-estar tanto quanto o próprio exercício físico.
Essa visão também começa a ganhar espaço no Brasil.
Em Florianópolis, a AVVA surge conectada a essa nova cultura do bem-estar ao integrar saúde, movimento, design e experiência em um mesmo ambiente.
“Florianópolis sempre teve uma relação muito forte com natureza, movimento e qualidade de vida. As pessoas caminham na praia, praticam esportes ao ar livre, valorizam o contato com o mar e com a paisagem. O que percebemos é que essa cultura também precisava encontrar expressão nos espaços da cidade. A AVVA nasce com essa proposta: traduzir essa identidade em um ambiente contemporâneo de bem-estar, onde treino, estética, arquitetura e convivência fazem parte de uma mesma experiência. Pensamos a AVVA como um espaço que reflete o estilo de vida da ilha e amplia essa cultura de cuidado no cotidiano urbano”, afirma Mozart, diretor e fundador da AVVA.
Instalada em um prédio histórico, onde funcionava uma antiga fábrica de bordados no centro da cidade, a AVVA propõe uma leitura contemporânea dos espaços dedicados ao corpo e à saúde. A ideia não é apenas oferecer treino, mas criar um lugar onde movimento, estética e convivência façam parte de um mesmo estilo de vida.
Em um mundo onde o bem-estar deixa de ser apenas prática individual e passa a influenciar cultura, design e comportamento, os espaços dedicados ao movimento também começam a assumir um novo papel nas cidades.
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