Os últimos deslizamentos de barreiras entre os quilômetros 229 e 235 da BR-101, em Palhoça, mostram que é preciso avançar em soluções. O foco principal está no Morro dos Cavalos, por onde passa uma das principais rodovias do país, e a cada chuva não dá bons sinais sobre a real condição.
A BR-101 vai além da mobilidade caótica na região metropolitana de Florianópolis. Por ser uma ligação entre os cinco portos catarinenses, onde anualmente movimentam mais de 61 milhões de toneladas, a rodovia ganha protagonismo econômico. Por isso, qualquer bloqueio gera um impacto enorme em diversas áreas e o monitoramento dos trechos críticos passa a ser fundamental.
A operação de retirada de um caminhão acidentado na noite de domingo (28) no Morro dos Cavalos causou transtornos aos motoristas que trafegavam pela BR-101. Os relatos de quem ficou mais uma vez preso na região revelam indignação. O que era para ser um bloqueio de cerca de três horas durou mais de sete.
O bloqueio da BR-101 na noite de 13 de abril parou a Grande Florianópolis. Mesmo quando uma faixa foi liberada no sentido norte da rodovia, três dias após o deslizamento de terra, a fila de veículos se aproximou de 40 quilômetros.
A BR-101, no km 234, em Palhoça será totalmente bloqueada em ambos os sentidos nesta terça-feira (30), às 23h30, para remoção de caminhão que tombou domingo (28) no Morro dos Cavalos.
Santa Catarina chegou à marca de seis milhões de veículos neste ano. Segundo as estatísticas do Detran, a frota do Estado tem 6.029.567 unidades, em dado atualizado nesta sexta-feira (26).
A partir deste domingo (28), Florianópolis terá linhas circulares de micro-ônibus com preço social no Maciço do Morro da Cruz. A iniciativa tem o objetivo de facilitar o dia a dia dos moradores, com linhas que os ônibus tradicionais, atualmente, não abrangem.
Um motorista bateu contra um poste de iluminação pública na manhã desta segunda-feira (22), na rua Laurindo Januário da Silveira, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.