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Receita Federal abre prazo do Imposto de Renda 2026; veja quem deve declarar e quais documentos reunir

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 4 Min de Leitura
A Receita Federal do Brasil divulgou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025. O período de entrega começa em 23 de março e termina em 29 de maio, prazo em que milhões de brasileiros deverão prestar contas ao fisco. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. As restituições serão pagas em quatro lotes, com o primeiro previsto para o fim de maio. Entre as principais dúvidas dos contribuintes estão quem precisa declarar, quais documentos reunir e qual o melhor modelo de declaração. Especialistas recomendam que o envio seja feito com antecedência para evitar erros, reduzir o risco de cair na malha fina e aumentar as chances de receber a restituição nos primeiros lotes. Outra informação importante é que eventuais mudanças na faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil, anunciadas pelo governo federal, não impactam a declaração deste ano, pois os efeitos só valerão para rendimentos posteriores. Guia completo do Imposto de Renda 2026 Prazo para declarar Multas Restituição Quem é obrigado a declarar Deve entregar a declaração quem, em 2025, se enquadrou em pelo menos uma das situações: Rendimentos Rendimentos isentos Investimentos Imóveis Atividade rural Patrimônio Outros casos Desconto simplificado O contribuinte pode optar pelo modelo simplificado, que oferece: Esse modelo costuma ser mais vantajoso para quem tem poucas despesas dedutíveis, como saúde ou educação. Documentos necessários para declarar o imposto de renda Informes de rendimentos Você deve reunir documentos de: Comprovantes de recebimentos especiais Incluem: Despesas dedutíveis Podem reduzir o imposto a pagar: Bens e patrimônio É preciso informar: Também devem ser informados: Informações cadastrais necessárias Tenha em mãos: Se quiser, também posso transformar esse conteúdo em:
mercado público do estreito recebe notificação

15 lojas do Mercado Público do Estreito recebem notificação de desocupação

PorPorRedação Jovem Pan News mar 11, 2026 2 Min de Leitura
Comerciantes terão 10 dias para apresentar defesa e não fechar os locais
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Consumo de frutos do mar aumenta até 40% em Florianópolis durante a quaresma

PorPorRedação Jovem Pan News mar 10, 2026 2 Min de Leitura
Peixeiros de Florianópolis começam a sentir melhora no fluxo de vendas; período se estende até a Páscoa
PIB Brasil

Resultado do PIB de 2025 é um alerta para 2026

PorPorJoão Victor da Silva mar 9, 2026 4 Min de Leitura
O elevado endividamento das famílias e das empresas pode desencadear uma crise de crédito no país. Por João Victor da Silva Na semana passada, o IBGE divulgou o resultado do PIB de 2025. Segundo o instituto, a economia brasileira expandiu 2,3%. Trata-se do menor crescimento anual desde a pandemia de Covid-19. O que causa preocupação não é a mera desaceleração do crescimento, mas sim as causas dessa desaceleração. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O ciclo de crescimento econômico pós-pandemia foi essencialmente impulsionado pela expansão do gasto público. Primeiro, pelas políticas emergenciais implementadas pelo Governo Bolsonaro durante a pandemia. Posteriormente, com o governo Lula, esse crescimento do setor público na economia se mostrou estrutural. Com a abolição da regra do Teto de Gastos, vimos um crescimento consistente das despesas primárias e do déficit público. Esse gasto público excessivo acaba elevando a relação dívida-PIB, pressionando a inflação e o mercado de juros. A taxa Selic, que está em seu nível mais alto em quase duas décadas (15%), reflete, em grande medida, os riscos fiscais que afligem a economia brasileira. Em outras palavras, a economia brasileira hoje parece um carro desgovernado, no qual o motorista está acelerando e freando ao mesmo tempo; acelerando com a política fiscal e freando com a política monetária. Os dados do PIB de 2025 já refletem quais podem ser as vítimas desse carro desgovernado. O consumo das famílias cresceu apenas 1,3% em 2025, frente a 5,1% em 2024. Já os investimentos das empresas desaceleraram de +6,9% em 2024 para +2,9% em 2025. Essa desaceleração já reflete os efeitos de uma política monetária restritiva na sequência de um crescimento artificial do crédito durante a pandemia. A política de juros baixos do Banco Central durante a pandemia, associada a programas como o PRONAMPE, levou a um boom no mercado de crédito empresarial. Já para as famílias, o crédito acelerou substancialmente quando o auxílio emergencial inflou artificialmente a renda. O resultado é que, de 2019 até o terceiro trimestre de 2025, o estoque de crédito no Sistema Financeiro Nacional subiu de R$ 3,7 trilhões para R$ 6,9 trilhões. Quando o crédito é barato demais por tempo demais, famílias e empresas tomam decisões que só fazem sentido nessa situação. Quando os preços — neste caso, os juros — voltam a refletir a realidade, essas decisões se revelam equivocadas. O ajuste é inevitável. Ao reprecificar o risco, as instituições financeiras restringem o crédito a toda a economia, não apenas aos inadimplentes. Os sintomas do excesso de crédito já se sentem na economia. Segundo o Monitor RGF da Recuperação Judicial, o Brasil encerrou 2025 com 5.680 empresas em recuperação judicial no quarto trimestre, 24,3% a mais do que no mesmo período de 2024. Para as famílias, o endividamento já atinge 49,7% da renda, segundo o Banco Central. O dado mais revelador, porém, não é o tamanho dessas cifras. Atualmente, o desemprego está no mínimo histórico e a economia cresce há quatro anos. Se o crédito já corrói o orçamento das famílias e derruba empresas em pleno ciclo de expansão, o que acontecerá quando a atividade econômica começar a recuar? Diante desse cenário, a política econômica brasileira se encontra em uma sinuca de bico. O caminho de saída existe, mas é politicamente custoso: cortar gastos de forma crível. Cada dia a mais que a Selic permanece em 15% é combustível acumulado para uma crise de crédito. O Brasil já viveu um filme parecido entre 2014 e 2016. Contudo, desta vez, famílias, empresas e governo chegam à reprise muito mais endividados.
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Pesca de camarão está suspensa em SC até o fim de abril

PorPorRedação Jovem Pan News mar 6, 2026 2 Min de Leitura
Fica proibida a captura de camarão-rosa, branco e sete-barbas, independentemente do tipo de embarcação ou equipamento utilizado na pesca
sicário silêncio banco master

Quando o silêncio fala mais alto

PorPorRicardo Halla mar 6, 2026 4 Min de Leitura
O episódio envolvendo um auxiliar próximo ao proprietário do Banco Master trouxe à tona um conjunto de circunstâncias que dificilmente passariam despercebidas em qualquer democracia que leve a sério a transparência e o controle do poder. Trata-se de um homem que, segundo relatos, atuava como uma espécie de estafeta de confiança do presidente da instituição financeira, alguém que transitava nos bastidores e que, ao que tudo indica, tinha conhecimento de engrenagens que normalmente permanecem fora do alcance da opinião pública. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp De forma abrupta, ele apareceu internado, em estado gravíssimo, até que veio a confirmação de morte encefálica. A notícia se espalhou rapidamente e, com ela, surgiram inevitáveis questionamentos. O que aconteceu? Em que circunstâncias? Quem estava com ele? E, sobretudo, por quê? Quando episódios dessa natureza surgem em um ambiente onde circulam cifras bilionárias e interesses políticos de grande magnitude, o silêncio institucional não apazigua — ele inquieta. A ausência de explicações claras abre espaço para aquilo que a sociedade mais teme: a possibilidade de que fatos relevantes estejam sendo encobertos. Há quem sustente que esse personagem poderia ter informações relevantes sobre um esquema que envolve valores que ultrapassariam a casa dos 30 bilhões de reais desviados dos cofres públicos. Se essa hipótese tiver qualquer proximidade com a realidade, estamos diante de algo que transcende a corrupção comum. Estaríamos diante de uma engrenagem organizada de poder e proteção de interesses. E quando se fala em engrenagens dessa natureza, a história não costuma ser gentil com os ingênuos. No passado, os criminosos eram conhecidos pela violência explícita. Eram homens que agiam nas sombras, mas não escondiam o método. Hoje o cenário parece mais sofisticado — e talvez mais perigoso. Muitos dos que orbitam grandes esquemas não empunham armas nem aparecem como personagens do submundo tradicional. Vestem ternos, frequentam gabinetes, participam de reuniões institucionais e se apresentam à sociedade sob a aparência respeitável da vida pública. É justamente isso que torna tudo mais perturbador. Quando práticas dessa natureza se infiltram nas estruturas do Estado, o problema deixa de ser apenas criminal. Passa a ser institucional. O que está em jogo não é apenas dinheiro — embora trinta bilhões de reais representem uma cifra capaz de transformar realidades inteiras. O que está em jogo é a confiança da sociedade nas instituições que deveriam proteger o interesse público. E sem confiança institucional não há República que resista. O patrimônio público brasileiro já é insuficiente para atender às necessidades básicas de milhões de pessoas. Cada recurso desviado significa menos hospitais, menos escolas, menos oportunidades. Por isso, quando surgem episódios cercados de mistério envolvendo pessoas que transitavam nos bastidores de grandes estruturas financeiras e políticas, o país tem o direito — e o dever — de exigir respostas. A pior coisa que pode acontecer em uma democracia é a normalização do inexplicável. Quando mortes surgem envoltas em silêncio, quando testemunhas desaparecem ou deixam de falar, quando fatos relevantes permanecem sem esclarecimento, instala-se um ambiente perigoso: o da suspeita permanente. E suspeita permanente corrói instituições. O Brasil precisa decidir se continuará assistindo a episódios assim como meras notas de rodapé do noticiário ou se finalmente terá coragem institucional para enfrentar aquilo que, muitas vezes, se esconde por trás das aparências respeitáveis do poder. Porque se for verdade que existem estruturas capazes de manipular bilhões de reais do patrimônio público enquanto permanecem protegidas pela opacidade do sistema, então não estamos diante apenas de corrupção. Estamos diante de algo muito mais próximo de uma organização de poder que opera dentro do próprio Estado. E nenhuma República sobrevive por muito tempo quando o Estado deixa de servir ao povo para servir a si mesmo.
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13º do INSS deve ser antecipado em 2026; medida atinge 1,4 milhão de aposentados em SC

PorPorRedação Jovem Pan News mar 5, 2026 1 Min de Leitura
A confirmação oficial das datas ainda depende de anúncio do Governo Federal e da publicação do calendário pelo INSS
preço da gasolina vai baixar nos postos de Florianópolis

Preço da gasolina deve abaixar em Florianópolis após notificação do Procon

PorPorRedação Jovem Pan News fev 27, 2026 1 Min de Leitura
Sindicato foi notificado para cumprir com a redução de 5,2% no valor do combustível

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