Servidores de Florianópolis em greve terão salário descontado na folha, afirma Topázio 

Os servidores públicos da Capital que aderiram à greve do Sintrasem terão o salário descontado para cada dia não trabalhado

Resumo da Notícia

Servidores públicos de Florianópolis que participaram da greve do Sintrasem terão seus salários descontados por dias não trabalhados, segundo o prefeito Topázio Neto. Ele destacou que não é justo que alguns recebam o mesmo salário sem trabalhar e que trata-se de uma greve atípica.

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Foto: Germano Rorato/Arquivo/ND.

Os servidores públicos da Capital que aderiram à greve do Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis) terão o salário descontado na folha de pagamento de maio para cada dia não trabalhado. A confirmação partiu do prefeito Topázio Neto (Podemos) durante entrevista no Jogo do Poder desta segunda-feira (27).

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“Não é justo que 70% dos profissionais da educação e 80% da saúde vão trabalhar e quem não vai trabalhar receba o mesmo salário. Descontaremos desde a quinta-feira. Todas as faltas serão descontadas”, disse, em entrevista ao jornalista Emanuel Soares.

Ainda de acordo com Topázio, trata-se de uma greve “atípica” em comparação às últimas paralisações do Sindicato. Segundo ele, todas as cláusulas econômica já foram concedidas antes da data-base, 1 de maio, incluindo reposição salarial e dos vales com base na inflação. 

O escopo dos grevistas seria em respeito ao piso salarial dos técnicos de enfermagem e da reclassificação dos auxiliares de sala. 

No primeiro caso, o Sindicato afirma que os técnicos deveriam receber 70% do vencimento médio de um enfermeiro de Florianópolis – que, segundo Topázio, recebe proporcionalmente a mais do que o piso nacional. Segundo a nova legislação, esses profissionais devem receber 70% do salário de um enfermeiro tendo como base o piso nacional, não municipal. 

“Outro ponto da greve é eleitoreiro, do Governo Federal, que tenta classificar os outros profissionais da educação como se fossem professores. Temos auxiliares de sala, que fizeram concurso para auxiliares de sala, e o sindicato acha que em uma canetada do Governo Federal, podemos fazer, de uma hora pra outra, essa classificação Se permanecem essas demandas, não haverá acordo de forma alguma”, finalizou.

Confira a entrevista com o prefeito de Florianópolis sobre a greve do Sintrasem

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