Jorginho Mello faz balanço de obras rodoviárias de Santa Catarina em 2025 e dá prazo para início da Via Mar

Resumo da Notícia

As obras da Via Mar, rodovia que servirá como Contorno Viário de ligação entre Joinville e Florianópolis, deve sair do papel já no primeiro semestre de 2026 a partir de uma parceria público-privada – cujo processo licitatório ocorrerá simultaneamente ao início das obras. A informação é do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e foi compartilhada durante entrevista exclusiva ao Jogo do Poder desta segunda-feira (22). Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Segundo Jorginho, a obra custará R$ 7,5 bilhões – dos quais R$ 1 bilhão virá do Estado a partir da economia oriunda do corte de gastos durante a gestão.  “É que nem aqueles cassinos, em que se passa o gadanho e puxa as fichas. Pra nós fazermos um bolo de dinheiro, que eu quero começar a Via Mar no primeiro semestre do ano que vem. Por quê? Porque daí eu materializo ela. Enquanto isso, vai correr o processo de PPP. Aí quem vencer a PPP, vai me devolver”, afirma.  O contrato proposto pelo Governo de Santa Catarina contempla 30 anos de exploração, por parte do licitante, da rodovia finalizada, o que engloba a cobrança de pedágios ao longo do trajeto. Os valores devem ser divulgados conforme prosseguimento do certame. Serão seis pistas – três para cada lado, com limite de velocidade de 120km/h. De acordo com o governador, “será uma hora de Joinville para Florianópolis”.  “Vai ser extraordinário. A economia vai andar melhor. Porque aquilo ali encaroçou. Ali está 40% do PIB de Santa Catarina. E hoje é um desespero”, continua. Ferrovia também pode se tornar realidade Durante a entrevista, o governador ainda comentou sobre a possibilidade da ampliação da malha ferroviária catarinense.  “A empresa que vencer a Via Mar pra construir, eles próprios já estão estudando a possibilidade de uma ferrovia de Joinville a Florianópolis, para carga e passageiros. Porque é pra aproveitar mesmo a licença ambiental, que é muito difícil consegui-la”. Dado o tempo de conclusão de uma ferrovia, Jorginho salienta que “não vai sair agora. É um outro projeto, feito pela iniciativa privada”. Estadualização da BR-282 Outras inaugurações marcaram a gestão durante 2025 – sobretudo obras de caráter infraestrutural em rodovias catarinenses. No Oeste, o governador menciona a presença na abertura de um novo viaduto em Maravilha, no cruzamento com a BR-282. “Era o T da morte. Chegava uma BR na BR-282, o risco era altíssimo. Perdemos amigos nossos nesse local. O carro se perdia, não havia visibilidade, não era possível ver que terminava a pista e então o motorista passava reto”, conitnua Jorginho. O governador afirma que já foi solicitado ao Governo Federal a duplicação da rodovia – mas que a pauta não é vista como prioridade em Brasília. A solução seria estadualizar a estrutura para que seja duplicada a partir de uma parceria público-privada. “Uma concessão, uma parceria público-privada, tá. Alguém vai fazer. Uma empresa vai fazer, um grupo de investidores vão fazer, um fundo japonês, chinês. Alguém vai botar dinheiro porque é altamente rentável. A economia do oeste de Santa Catarina passa por ali, para chegar nos portos”.

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Foto: Victória Fortes/Jovem Pan News/Tudo Aqui SC

As obras da Via Mar, rodovia que servirá como Contorno Viário de ligação entre Joinville e Florianópolis, deve sair do papel já no primeiro semestre de 2026 a partir de uma parceria público-privada – cujo processo licitatório ocorrerá simultaneamente ao início das obras. A informação é do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e foi compartilhada durante entrevista exclusiva ao Jogo do Poder desta segunda-feira (22).

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Segundo Jorginho, a obra custará R$ 7,5 bilhões – dos quais R$ 1 bilhão virá do Estado a partir da economia oriunda do corte de gastos durante a gestão. 

“É que nem aqueles cassinos, em que se passa o gadanho e puxa as fichas. Pra nós fazermos um bolo de dinheiro, que eu quero começar a Via Mar no primeiro semestre do ano que vem. Por quê? Porque daí eu materializo ela. Enquanto isso, vai correr o processo de PPP. Aí quem vencer a PPP, vai me devolver”, afirma. 

O contrato proposto pelo Governo de Santa Catarina contempla 30 anos de exploração, por parte do licitante, da rodovia finalizada, o que engloba a cobrança de pedágios ao longo do trajeto. Os valores devem ser divulgados conforme prosseguimento do certame.

Serão seis pistas – três para cada lado, com limite de velocidade de 120km/h. De acordo com o governador, “será uma hora de Joinville para Florianópolis”. 

“Vai ser extraordinário. A economia vai andar melhor. Porque aquilo ali encaroçou. Ali está 40% do PIB de Santa Catarina. E hoje é um desespero”, continua.

Ferrovia também pode se tornar realidade

Durante a entrevista, o governador ainda comentou sobre a possibilidade da ampliação da malha ferroviária catarinense. 

“A empresa que vencer a Via Mar pra construir, eles próprios já estão estudando a possibilidade de uma ferrovia de Joinville a Florianópolis, para carga e passageiros. Porque é pra aproveitar mesmo a licença ambiental, que é muito difícil consegui-la”.

Dado o tempo de conclusão de uma ferrovia, Jorginho salienta que “não vai sair agora. É um outro projeto, feito pela iniciativa privada”.

Estadualização da BR-282

Outras inaugurações marcaram a gestão durante 2025 – sobretudo obras de caráter infraestrutural em rodovias catarinenses. No Oeste, o governador menciona a presença na abertura de um novo viaduto em Maravilha, no cruzamento com a BR-282.

“Era o T da morte. Chegava uma BR na BR-282, o risco era altíssimo. Perdemos amigos nossos nesse local. O carro se perdia, não havia visibilidade, não era possível ver que terminava a pista e então o motorista passava reto”, conitnua Jorginho.

O governador afirma que já foi solicitado ao Governo Federal a duplicação da rodovia – mas que a pauta não é vista como prioridade em Brasília. A solução seria estadualizar a estrutura para que seja duplicada a partir de uma parceria público-privada.

“Uma concessão, uma parceria público-privada, tá. Alguém vai fazer. Uma empresa vai fazer, um grupo de investidores vão fazer, um fundo japonês, chinês. Alguém vai botar dinheiro porque é altamente rentável. A economia do oeste de Santa Catarina passa por ali, para chegar nos portos”.

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