Dupla acusada de matar 5 pessoas em 2018, participa de júri-popular

Resumo da Notícia

Dois homens acusados de participar da chacina de 2018, foram a julgamento na última terça-feira (15). O crime ficou conhecido como “Chacina de Canasvieiras” e deixou cinco mortos, sendo quatro da mesma família.  O júri-popular ocorre desde às 8h na capital e ainda não foi finalizada. Não foi permitida a entrada do público no local do julgamento. Receba as notícias do Tudo Aqui SC pelo WhatsApp Os réus Francisco José da Silva Neto e Michelangelo Alves Lopes são acusados de asfixiar com cabos e cordas as cinco vítimas em um apart-hotel no norte da ilha, de acordo com a polícia civil. As vítimas da chacina foram Paulo Gaspar Lemos, 78 anos, Leandro Gaspar Lemos, 44, Paulo Gaspar Lemos Junior, 51, Kátya Gaspar Lemos, 50, e Ricardo Lora, 39. Todos foram asfixiados em cômodos do apart-hotel, em um crime motivado por questões financeiras.   Em 2020, segundo o TJSC, um terceiro envolvido foi condenado a 43 anos de prisão. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Ivan Gregory Barbosa de Oliveira teria ajudado a render as vítimas e vigiado o local.    

Dupla acusada de matar 5 pessoas em 2018, participa de júri-popular
Foto: TJSC/ Divulgação

Dois homens acusados de participar da chacina de 2018, foram a julgamento na última terça-feira (15). O crime ficou conhecido como “Chacina de Canasvieiras” e deixou cinco mortos, sendo quatro da mesma família.  O júri-popular ocorre desde às 8h na capital e ainda não foi finalizada. Não foi permitida a entrada do público no local do julgamento.

Os réus Francisco José da Silva Neto e Michelangelo Alves Lopes são acusados de asfixiar com cabos e cordas as cinco vítimas em um apart-hotel no norte da ilha, de acordo com a polícia civil.

As vítimas da chacina foram Paulo Gaspar Lemos, 78 anos, Leandro Gaspar Lemos, 44, Paulo Gaspar Lemos Junior, 51, Kátya Gaspar Lemos, 50, e Ricardo Lora, 39. Todos foram asfixiados em cômodos do apart-hotel, em um crime motivado por questões financeiras.

Em 2020, segundo o TJSC, um terceiro envolvido foi condenado a 43 anos de prisão. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Ivan Gregory Barbosa de Oliveira teria ajudado a render as vítimas e vigiado o local.

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