Debate da Pan especial no Scarpelli com o Figueira de 104 anos de paixão e futuro

Resumo da Notícia

Em um cenário emblemático para a torcida alvinegra, o Estádio Orlando Scarpelli foi palco de um programa especial da Jovem Pan News: o Debate da Pan, transmitido ao vivo da Figueira Store, em comemoração aos 104 anos de fundação do Figueirense Futebol Clube. Um encontro marcado por emoção, balanços estratégicos e projeções otimistas, reunindo dirigentes, comissão técnica e representantes da atual gestão para celebrar a trajetória gloriosa do clube do Estreito. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O diretor de futebol, Daniel Kaminski, destacou os primeiros 30 dias de trabalho como um período de transformação. Com ajustes no ambiente e um elenco qualificado, ele afirmou que os resultados positivos recentes são fruto da união entre diretoria, comissão técnica e jogadores. Segundo Kaminski, as contratações pontuais de Nathan, Renan Vinícius e Douglas Bacelar trouxeram uma perspectiva de equilíbrio e liderança ao time, e apesar de parecerem poucos reforços, foram “cirúrgicos”. Ele ressaltou ainda que 80% do desempenho em campo reflete o ambiente criado fora dele, de paz, confiança e entrega. Já o técnico Pintado emocionou ao relatar sua vivência com o clube nesse período. Homem de fé, mencionou a participação em atividades religiosas e destacou o impacto positivo da visita do ex-presidente Prisco Paraíso ao CT, reforçando a responsabilidade de vestir a camisa do Figueirense. Para o treinador, a transformação vivida nos últimos 40 dias é perceptível até no olhar dos atletas: “a confiança está de volta”. Ele também ressaltou a importância da sintonia entre diretoria e comissão nas contratações, priorizando atletas comprometidos com o projeto. O CEO Rafael Franzoni, recém-chegado ao clube, celebrou o clima de reconstrução e otimismo. Apesar de estar no cargo há menos de um mês, revelou sentir como se estivesse envolvido com o Figueirense há muito mais tempo. Franzoni frisou a necessidade de união entre torcida, gestão e elenco, e apresentou avanços nas áreas administrativa e comercial, com negociações em curso para novos patrocínios. Ressaltou ainda o trabalho na base, com foco na formação de atletas e cidadãos, e projetos estruturais como o novo alojamento para jovens atletas. O presidente Tadeu José da Cruz completou a mesa destacando a importância da leveza conquistada pelo clube nos últimos tempos, reflexo de uma reestruturação interna e da chegada de profissionais como Pintado, que mantém um tabu positivo: nunca perdeu um jogo de Campeonato Brasileiro no Scarpelli. Em tom otimista, o dirigente reforçou que o clube vive um momento de esperança, mirando uma vaga no G-8 da Série C e planejando um futuro que recoloca o Figueirense no cenário nacional. Ao final, ficou evidente que o Debate da Pan foi mais do que uma homenagem. Foi um reencontro do Figueirense com sua essência, com sua torcida e com a crença de que é possível renascer com força e propósito. Com uma gestão focada, profissionais comprometidos e a paixão da torcida, o alvinegro do Estreito sinaliza que os 104 anos são apenas o começo de uma nova fase em sua rica história.

Debate da Pan especial no Scarpelli com o Figueira de 104 anos de paixão e futuro
Pintado e Kaminski no Debate da Pan no Scarpelli Foto: JP News/CAF

Em um cenário emblemático para a torcida alvinegra, o Estádio Orlando Scarpelli foi palco de um programa especial da Jovem Pan News: o Debate da Pan, transmitido ao vivo da Figueira Store, em comemoração aos 104 anos de fundação do Figueirense Futebol Clube. Um encontro marcado por emoção, balanços estratégicos e projeções otimistas, reunindo dirigentes, comissão técnica e representantes da atual gestão para celebrar a trajetória gloriosa do clube do Estreito.

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O diretor de futebol, Daniel Kaminski, destacou os primeiros 30 dias de trabalho como um período de transformação. Com ajustes no ambiente e um elenco qualificado, ele afirmou que os resultados positivos recentes são fruto da união entre diretoria, comissão técnica e jogadores. Segundo Kaminski, as contratações pontuais de Nathan, Renan Vinícius e Douglas Bacelar trouxeram uma perspectiva de equilíbrio e liderança ao time, e apesar de parecerem poucos reforços, foram “cirúrgicos”. Ele ressaltou ainda que 80% do desempenho em campo reflete o ambiente criado fora dele, de paz, confiança e entrega.

Já o técnico Pintado emocionou ao relatar sua vivência com o clube nesse período. Homem de fé, mencionou a participação em atividades religiosas e destacou o impacto positivo da visita do ex-presidente Prisco Paraíso ao CT, reforçando a responsabilidade de vestir a camisa do Figueirense. Para o treinador, a transformação vivida nos últimos 40 dias é perceptível até no olhar dos atletas: “a confiança está de volta”. Ele também ressaltou a importância da sintonia entre diretoria e comissão nas contratações, priorizando atletas comprometidos com o projeto.

O CEO Rafael Franzoni, recém-chegado ao clube, celebrou o clima de reconstrução e otimismo. Apesar de estar no cargo há menos de um mês, revelou sentir como se estivesse envolvido com o Figueirense há muito mais tempo. Franzoni frisou a necessidade de união entre torcida, gestão e elenco, e apresentou avanços nas áreas administrativa e comercial, com negociações em curso para novos patrocínios. Ressaltou ainda o trabalho na base, com foco na formação de atletas e cidadãos, e projetos estruturais como o novo alojamento para jovens atletas.

Debate da Pan especial no Scarpelli com o Figueira de 104 anos de paixão e futuro
Tadeu Cruz e Rô da Torcida Elas no Debate da Pan Foto: JP News/CAF

O presidente Tadeu José da Cruz completou a mesa destacando a importância da leveza conquistada pelo clube nos últimos tempos, reflexo de uma reestruturação interna e da chegada de profissionais como Pintado, que mantém um tabu positivo: nunca perdeu um jogo de Campeonato Brasileiro no Scarpelli. Em tom otimista, o dirigente reforçou que o clube vive um momento de esperança, mirando uma vaga no G-8 da Série C e planejando um futuro que recoloca o Figueirense no cenário nacional.

Debate da Pan especial no Scarpelli com o Figueira de 104 anos de paixão e futuro
O bolo comemorativo

Ao final, ficou evidente que o Debate da Pan foi mais do que uma homenagem. Foi um reencontro do Figueirense com sua essência, com sua torcida e com a crença de que é possível renascer com força e propósito. Com uma gestão focada, profissionais comprometidos e a paixão da torcida, o alvinegro do Estreito sinaliza que os 104 anos são apenas o começo de uma nova fase em sua rica história.

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