Projeto da Alesc quer garantir Mounjaro gratuito pelo SUS em SC

Resumo da Notícia

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina deu mais um passo na tramitação de um projeto que prevê a oferta gratuita do medicamento Tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, para pacientes com obesidade grau III na rede pública de saúde. A proposta foi aprovada nesta terça-feira (3) pela Comissão de Constituição e Justiça. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O projeto é de autoria do deputado estadual Sérgio Motta (Republicanos) e já havia recebido parecer favorável da Comissão de Finanças e Tributação. Agora, o texto segue para votação no plenário da Alesc. A proposta estabelece critérios para acesso ao Mounjaro, como diagnóstico de obesidade grau III, renda familiar de até três salários mínimos e acompanhamento médico com equipe multidisciplinar do SUS. Segundo o autor do projeto, a medida busca reconhecer a obesidade como uma doença crônica e ampliar o acesso ao tratamento para pacientes em situação de vulnerabilidade. Especialistas também reforçam que o uso do medicamento deve ocorrer com acompanhamento médico. O endocrinologista Alexandre Hohl, professor da UFSC e diretor da Abeso, alerta que a medicação não substitui hábitos saudáveis e não deve ser utilizada com finalidade estética.

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Foto: MKPhoto / stock.adobe.com

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina deu mais um passo na tramitação de um projeto que prevê a oferta gratuita do medicamento Tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, para pacientes com obesidade grau III na rede pública de saúde. A proposta foi aprovada nesta terça-feira (3) pela Comissão de Constituição e Justiça.

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O projeto é de autoria do deputado estadual Sérgio Motta (Republicanos) e já havia recebido parecer favorável da Comissão de Finanças e Tributação. Agora, o texto segue para votação no plenário da Alesc.

A proposta estabelece critérios para acesso ao Mounjaro, como diagnóstico de obesidade grau III, renda familiar de até três salários mínimos e acompanhamento médico com equipe multidisciplinar do SUS.

Segundo o autor do projeto, a medida busca reconhecer a obesidade como uma doença crônica e ampliar o acesso ao tratamento para pacientes em situação de vulnerabilidade.

Especialistas também reforçam que o uso do medicamento deve ocorrer com acompanhamento médico. O endocrinologista Alexandre Hohl, professor da UFSC e diretor da Abeso, alerta que a medicação não substitui hábitos saudáveis e não deve ser utilizada com finalidade estética.

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