
Dados da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina dão conta de que os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, e Santo Amaro da Imperatriz registraram casos de suspeita de Mpox – a varíola dos macacos, neste mês. O número acompanha o registro nacional da doença, que aumentou em todo o país.
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Entre 2022 e dezembro de 2025, Santa Catarina registrou 598 casos confirmados de Mpox em 33 municípios, com um óbito relacionado de um paciente que já convivia com o HIV. Neste ano, 80 casos foram confirmados em todo o Brasil.
A secretaria informou que a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) monitora possíveis casos da doença em todo o território. A Mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória, e por isso todos os casos suspeitos devem ser notificados de forma imediata para investigação e rastreamento de contatos, o que impede possíveis cadeias de transmissão.
“Existe uma vigilância estabelecida e um Plano de Contingência para a Mpox no Estado. Assim, a doença segue em monitoramento para possíveis casos importados e mudança no perfil da doença”, afirma, por nota oficial.
Transmissão da Mpox
A transmissão da doença acontece através de contato entre lesões na pele, troca de fluidos corporais contaminados, ou até contato com roupas ou lençóis contaminados. A transmissão também ocorre por meio de contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias. O vírus fica armazenado nas lesões cutâneas dos pacientes.

