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Piloto morre após queda de avião na divisa entre Paraná e Santa Catarina

PorPorRedação Jovem Pan News 6 meses atrás 1 Min de Leitura
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Donos de cães que passeiam soltos pela rua serão multados em São José

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PorPorRedação Jovem Pan News 6 meses atrás 2 Min de Leitura
Outros três homicídios ocorreram na Grande Florianópolis entre sábado e domingo
PIB Brasil

Resultado do PIB de 2025 é um alerta para 2026

PorPorJoão Victor da Silva 6 meses atrás 4 Min de Leitura
O elevado endividamento das famílias e das empresas pode desencadear uma crise de crédito no país. Por João Victor da Silva Na semana passada, o IBGE divulgou o resultado do PIB de 2025. Segundo o instituto, a economia brasileira expandiu 2,3%. Trata-se do menor crescimento anual desde a pandemia de Covid-19. O que causa preocupação não é a mera desaceleração do crescimento, mas sim as causas dessa desaceleração. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp O ciclo de crescimento econômico pós-pandemia foi essencialmente impulsionado pela expansão do gasto público. Primeiro, pelas políticas emergenciais implementadas pelo Governo Bolsonaro durante a pandemia. Posteriormente, com o governo Lula, esse crescimento do setor público na economia se mostrou estrutural. Com a abolição da regra do Teto de Gastos, vimos um crescimento consistente das despesas primárias e do déficit público. Esse gasto público excessivo acaba elevando a relação dívida-PIB, pressionando a inflação e o mercado de juros. A taxa Selic, que está em seu nível mais alto em quase duas décadas (15%), reflete, em grande medida, os riscos fiscais que afligem a economia brasileira. Em outras palavras, a economia brasileira hoje parece um carro desgovernado, no qual o motorista está acelerando e freando ao mesmo tempo; acelerando com a política fiscal e freando com a política monetária. Os dados do PIB de 2025 já refletem quais podem ser as vítimas desse carro desgovernado. O consumo das famílias cresceu apenas 1,3% em 2025, frente a 5,1% em 2024. Já os investimentos das empresas desaceleraram de +6,9% em 2024 para +2,9% em 2025. Essa desaceleração já reflete os efeitos de uma política monetária restritiva na sequência de um crescimento artificial do crédito durante a pandemia. A política de juros baixos do Banco Central durante a pandemia, associada a programas como o PRONAMPE, levou a um boom no mercado de crédito empresarial. Já para as famílias, o crédito acelerou substancialmente quando o auxílio emergencial inflou artificialmente a renda. O resultado é que, de 2019 até o terceiro trimestre de 2025, o estoque de crédito no Sistema Financeiro Nacional subiu de R$ 3,7 trilhões para R$ 6,9 trilhões. Quando o crédito é barato demais por tempo demais, famílias e empresas tomam decisões que só fazem sentido nessa situação. Quando os preços — neste caso, os juros — voltam a refletir a realidade, essas decisões se revelam equivocadas. O ajuste é inevitável. Ao reprecificar o risco, as instituições financeiras restringem o crédito a toda a economia, não apenas aos inadimplentes. Os sintomas do excesso de crédito já se sentem na economia. Segundo o Monitor RGF da Recuperação Judicial, o Brasil encerrou 2025 com 5.680 empresas em recuperação judicial no quarto trimestre, 24,3% a mais do que no mesmo período de 2024. Para as famílias, o endividamento já atinge 49,7% da renda, segundo o Banco Central. O dado mais revelador, porém, não é o tamanho dessas cifras. Atualmente, o desemprego está no mínimo histórico e a economia cresce há quatro anos. Se o crédito já corrói o orçamento das famílias e derruba empresas em pleno ciclo de expansão, o que acontecerá quando a atividade econômica começar a recuar? Diante desse cenário, a política econômica brasileira se encontra em uma sinuca de bico. O caminho de saída existe, mas é politicamente custoso: cortar gastos de forma crível. Cada dia a mais que a Selic permanece em 15% é combustível acumulado para uma crise de crédito. O Brasil já viveu um filme parecido entre 2014 e 2016. Contudo, desta vez, famílias, empresas e governo chegam à reprise muito mais endividados.
Análise: Barra consolida força com a conquista do título de campeão Catarinense sobre a Chapecoense

Análise: Barra consolida força com a conquista do título de campeão Catarinense sobre a Chapecoense

PorPorCarlos Alberto Ferreira 6 meses atrás 3 Min de Leitura
O Barra escreveu neste domingo uma das páginas mais marcantes de sua ainda jovem história ao conquistar, de forma inédita, o título do Campeonato Catarinense de 2026. A conquista veio diante de 18.052 torcedores na Arena Condá, em Chapecó, confirmando a vantagem construída no primeiro jogo da final. Após vencer por 3 a 1 na Arena Barra, a equipe perdeu neste domingo por 1 x 0 e mesmo assim levantou a taça com um agregado de 3 a 2, resultado que premia campanha sólida e consistente. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Quem imaginou que o Barra entraria em campo apenas para administrar a vantagem se enganou. O time comandado por Eduardo Souza jogou de igual para igual, fiel ao seu estilo organizado e dinâmico. Mesmo fora de casa e diante de um estádio lotado, a equipe mostrou maturidade tática, neutralizou as principais virtudes da Chapecoense e soube controlar o ritmo da partida. Foi uma atuação consciente, de um time que sabia exatamente o que precisava fazer para conquistar o título. Como costuma acontecer em decisões, o jogo foi nervoso e tecnicamente inferior ao primeiro confronto. A Chapecoense chegou a balançar pela segunda vez a rede com Bolasie, já nos acréscimos, mas o lance foi anulado por toque de mão. Se confirmado, a decisão seria nos pênaltis, já que Jean Carlos marcou para os donos da casa aos 43 minutos do segundo tempo, reacendendo a esperança da torcida. O placar de 1 a 0 não foi suficiente para mudar o destino da taça, que já havia começado a ser decidida no primeiro jogo, quando a equipe do Oeste entrou desconcentrada e pagou caro pelo erro estratégico. Segundo ano seguido vice estadual. Para o Barra, a conquista coroa um projeto que cresce rapidamente no futebol catarinense. Fundado em 2013, em Balneário Camboriú, o clube ganhou impulso a partir de 2020 com investimentos e um modelo de gestão moderno, incluindo parcerias internacionais com o Hoffenheim, da Alemanha, e o Academico de Viseu, de Portugal. Com estrutura sólida, centro de treinamento moderno e um elenco jovem, o “Pescador” construiu bases firmes para competir em alto nível. O título estadual chega poucos meses depois de outra conquista histórica: o título da Campeonato Brasileiro Série D de 2025, vencido na final contra o Santa Cruz. Em poucos meses, o Barra soma dois troféus de enorme peso e se consolida como uma nova força do futebol catarinense. Ganha o clube, ganha a cidade e ganha o próprio futebol do estado, que vê surgir um projeto ambicioso, bem estruturado e cada vez mais competitivo.
Barra é campeão catarinense pela primeira vez; Chapecoense vence o jogo de volta por 1x0, mas é vice novamente

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PorPorRedação Jovem Pan News 6 meses atrás 2 Min de Leitura
Pescador sustentou placar agregador de 3×2 diante de 18 mil pessoas na Arena Condá
acidente brunópolis

Quatro morrem após acidente envolvendo carro e caminhão em Brunópolis, Meio-Oeste de SC

PorPorRedação Jovem Pan News 6 meses atrás 1 Min de Leitura
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, o acidente envolveu uma carreta que transportava cerca de 57 mil litros de biodiesel, e um Palio com placas de Florianópolis
Criciúma vira decisão contra o Camboriú, conquista Taça Acesc 70 anos e garante vaga na Copa do Brasil

Criciúma vira decisão contra o Camboriú, conquista Taça Acesc 70 anos e garante vaga na Copa do Brasil

PorPorCarlos Alberto Ferreira 6 meses atrás 2 Min de Leitura
O Criciúma terminou o Campeonato Catarinense com um objetivo importante alcançado: garantir presença na Copa do Brasil de 2027. O Tigre conquistou a vaga ao levantar a Taça Acesc 70 Anos na noite deste sábado (7), no estádio Estádio Heriberto Hülse. Embora tenha ficado fora da disputa direta pelo título estadual e encerrado a competição na terceira colocação, o desfecho representa um alento para uma equipe que oscilou bastante ao longo da campanha. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp A decisão diante do valoroso Camboriú teve todos os ingredientes de uma final dramática. Depois de perder o jogo de ida por 1 a 0 no Estádio Orlando Scarpelli, o Criciúma precisava reagir em casa. E reagiu com autoridade. Em uma partida movimentada e repleta de alternâncias no placar, venceu no tempo normal por 3 a 2, revertendo a desvantagem e levando a disputa para as penalidades. O jogo foi intenso desde os primeiros minutos. Wermeson abriu o placar para o Camboriú em cobrança de pênalti, mas Waguininho empatou de cabeça ainda na primeira etapa. No segundo tempo, Jonathan Robert colocou o Tigre em vantagem, Mansur voltou a empatar para o adversário e, já na reta final, Jean Irmer marcou o gol que manteve o Criciúma vivo na disputa. Nos pênaltis, a tensão tomou conta do Heriberto Hülse. Entre acertos e erros dos dois lados, a série terminou em 8 a 7 para o Criciúma, com o goleiro Alisson defendendo a cobrança de Wermeson e garantindo o título simbólico da Taça Acesc e, principalmente, a vaga na Copa do Brasil do próximo ano, competição que marcou a história do clube com o inesquecível título de Copa do Brasil de 1991. Mais do que o troféu, o resultado fecha o estadual com um sopro de confiança para o Tigre. Depois de bater na trave em 2025, quando terminou a Campeonato Brasileiro Série B na quinta colocação, o Criciúma volta suas atenções para o principal desafio da temporada: buscar o acesso que escapou por pouco no ano passado e recolocar o clube na elite do futebol nacional.

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