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Venda de carros usados atinge maior patamar desde 2004

Venda de carros usados atinge maior patamar desde 2004

PorPorGabriel set 10, 2021 1 Min de Leitura
As vendas de carros usados atingem 10 milhões de unidades de janeiro a agosto, o maior patamar desde 2004 no Brasil. O desabastecimento de peças na indústria automotiva, que afeta a produção e deixa concessionárias sem veículos zero quilômetro, explica o bom desempenho do setor e a valorização dos seminovos. Nos segmentos de automóveis e comerciais leves, a cada veículo novo comercializado, 6,8 usados foram negociados em agosto, maior marca desde o início da série histórica da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No acumulado do ano até agosto, as transações de usados somaram 10.234 unidades, um aumento de 48% sobre o mesmo período de 2020. Somente no mês passado, o mercado vendeu 1,4 milhão de unidades. A Fenabrave avalia que a atual oferta de crédito também ajuda nos negócios e os modelos com até 3 anos de fabricação representaram 13% do volume comercializado em agosto. *Com informações do repórter Marcelo Mattos
Biden torna vacinação contra a Covid-19 obrigatória em grandes empresas dos EUA

Biden torna vacinação contra a Covid-19 obrigatória em grandes empresas dos EUA

PorPorGabriel set 10, 2021 1 Min de Leitura
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voltou a defender a vacinação em massa contra a Covid-19. Em lançamento do plano de imunização no país nesta quinta-feira, 9, ele anunciou uma ordem executiva que exige que funcionários de agências federais e do Executivo tomem a vacina. Além disso, o projeto também instituiu que empresas com mais de 100 funcionários também deverão exigir a imunização de seus colaboradores ou que fazer testes semanais nas equipes. A decisão do presidente tem como objetivo de conter o avanço da variante Delta do coronavírus, que segue fazendo novas vítimas no país. Segundo Joe Biden, a exigência da vacina nas grandes empresas deve afetar ao menos 80 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos. Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que mais de 40 milhões de norte-americanos já foram infectados, enquanto pelo menos 650 mil outros foram vítimas da Covid-19.
Relator de proposta de contraterrorismo afirma que não haverá criminalização de movimentos sociais

Relator de proposta de contraterrorismo afirma que não haverá criminalização de movimentos sociais

PorPorGabriel set 10, 2021 2 Min de Leitura
O deputado federal Sanderson (PSL-RS), comentou nesta sexta-feira, 10, sobre o Projeto de Lei 1595/19, do qual é relator, que trata de ações contraterroristas. O projeto, que será votado nesta sexta, às 14h30, na Câmara dos Deputados, é polêmico e propõe a criação de um Sistema Nacional Contraterrorista, que irá reunir forças policias, como a Polícia Civil, Federal e Militar, as Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e outras agências relacionadas a ministérios. O temor é que o projeto acabe por criminalizar movimentos sociais, mas o deputado assegura que isso não irá acontecer. “[O projeto] não busca criminalizar movimentos sociais, não busca criminalizar qualquer tipo de ação popular e, sim, apenas dar a proteção que o Brasil ainda não possui 20 anos após o 11 de setembro”, diz Sanderson. O relatório final do PL foi apresentado pelo parlamentar nesta quinta-feira, 9, em forma de um substitutivo. Segundo o parlamentar, o texto original foi apresentado em 2019 pelo então deputado federal Jair Bolsonaro. Com a ida de Bolsonaro à Presidência, o PL foi representado pelo deputado Vitor Hugo (PSL-GO). Em 2020, a Comissão Especial foi instalada e Sanderson foi designado relator da matéria. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o parlamentar explica que, apesar das modificações por ele apresentadas, a ideia central do projeto continua a mesma. “Esse relatório faz algumas modificações no texto original, mas não retira a espinha dorsal da ideia chave que é dar proteção à Nação brasileira e criar o Sistema Nacional Contraterrorista, algo que nós ainda não temos”, justifica. Sanderson explica que ações como o incêndio na estátua no Borba Gato não seriam enquadradas na Lei. “Ações autônomas, isoladas, não seriam enquadrados como atos terroristas. Para ser enquadrado como situação terrorista, há uma série de nuances que precisam ser observadas, por isso a criação do Sistema Integrado por técnicos”, aponta.
Caminhoneiros fazem bloqueios em três Estados; não há interdições em rodovias federais

Caminhoneiros fazem bloqueios em três Estados; não há interdições em rodovias federais

PorPorGabriel set 10, 2021 1 Min de Leitura
O Ministério da Infraestrutura informou na manhã desta sexta-feira, 10, que registrou uma queda de 45% no número de ocorrências relacionadas a bloqueios de caminhoneiros em rodovias federais desde a noite de quinta-feira, 9. Segundo a pasta, apenas três Estados seguem com pontos de manifestação da categoria: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia. Não há mais qualquer ponto de retenção nas malhas federais dos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Paraná. Ainda de acordo com o ministério, há aglomerações, sem prejuízo ao livre fluxo de veículos, no Mato Grosso e no Pará. Não há mais nenhum ponto de interdição em rodovias federais.
Subprocuradores defendem ações para ‘refrear atentados’ contra a democracia

Subprocuradores defendem ações para ‘refrear atentados’ contra a democracia

PorPorGabriel set 10, 2021 2 Min de Leitura
Subprocuradores assinaram um manifesto contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. Cerca de 30 integrantes do Ministério Público Federal repudiam as falas do chefe do Executivo feitas durante atos do 7 de setembro, classificadas como antidemocráticas,  por citarem o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e desrespeitarem os princípios da democracia. Os subprocuradores e subprocuradores-gerais da República pedem a responsabilização de Bolsonaro pelo órgão de controle. “Pugnamos pela atuação firme, serena e intransigente das instâncias competentes de controle e responsabilização no sentido de refrear os atentados ao Estado democrático de Direito e garantir sua perenidade”, diz documento. O manifesto diverge do posicionamento do procurador-geral, Augusto Aras, que considerou os atos como uma festa cívica. Os subprocuradores pontuam ainda que cabe a eles apontar para “o grave momento a que poderemos chegar, caso rompa-se peremptoriamente a barreira da institucionalidade”. “As instituições estão sendo quotidianamente vilipendiadas; os valores constitucionais aviltados. Testemunhamos uma inédita, desde o despojamento da ditadura pela Constituição de 1988, marcha rumo ao obscurantismo, sombreada pela pregação da polarização e da intolerância, desviando as atenções dos graves problemas que afligem o cotidiano – crise hídrica, desemprego, calamidade sanitária, inflação, acentuada degradação ambiental e outros problemas”, finaliza a declaração no manifesto.
Vendas no comércio sobem 1,2% em julho e atingem nível recorde

Vendas no comércio sobem 1,2% em julho e atingem nível recorde

PorPorGabriel set 10, 2021 3 Min de Leitura
As vendas no comércio cresceram 1,2% em julho, na comparação com o mês anterior, e bateram recorde da série histórica iniciada há 21 anos. Este foi o quarto mês seguido de taxa positiva, informou nesta sexta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o varejo acumula crescimento de 6,6%, e nos últimos doze meses, cresceu 5,9%. A média móvel trimestral cresceu 1,1% frente ao trimestre encerrado em junho. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista subiu 5,7% frente a julho de 2020, a quinta taxa positiva consecutiva.  “Apesar do avanço, o movimento intrasetorial do comércio é muito heterogêneo. Algumas atividades ainda não conseguiram recuperar as perdas na pandemia, como é o caso de equipamentos e material para escritório, que ainda está 26,7% abaixo do patamar pré-pandemia, ou combustíveis e lubrificantes, que está 23,5% abaixo”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. Cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGE registraram avanços. O setor de artigos de uso pessoal e doméstico puxou o bom desempenho, com alta de 19,1%. “Vemos uma trajetória de recuperação dessa atividade, que acaba por fazer grandes promoções e aumentar a sua receita bruta de revenda, num novo momento de abertura e maior flexibilização do isolamento social, o que gera maior aumento da demanda”, diz Santos. Tecidos, vestuário e calçados (2,8%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%) também avançaram no período. Já hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%) ficaram estáveis. Por outro lado, as atividades que reduziram o volume de vendas foram livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%), móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e combustíveis e lubrificantes (-0,3%). No comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 1,1% em julho. O setor de veículos registrou avanço de 0,2%, enquanto material de construção recuou 2,3%. Na comparação com junho, o comércio varejista teve variações positivas em 19 das 27 unidades da federação, com destaque para os estados de Rondônia (17,5%), Santa Catarina (12,5%) e Paraná (11,1%). No campo negativo, as maiores quedas ficaram com os estados de Minas Gerais (-2,1%), Rio Grande do Norte (-1,5%) e Amazonas (-1,5%). Já no comércio varejista ampliado, a variação positiva em julho foi seguida por 15 unidades da federação, sendo as principais Santa Catarina (6,7%), Paraná (6,2%) e Mato Grosso do Sul (5,3%). Entre as quedas, pressionando negativamente, destacam-se Maranhão (-2,6%), Rio Grande do Norte (-2,2%) e Sergipe (-2,2%).
Moraes suspende pedido de investigação contra Augusto Aras por prevaricação

Moraes suspende pedido de investigação contra Augusto Aras por prevaricação

PorPorGabriel set 10, 2021 1 Min de Leitura
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a análise de um pedido para que o Conselho Superior do Ministério Público abrisse processo contra o procurador-geral da República, Augusto Aras, por prevaricação. O conselho é o órgão do Ministério Público responsável por investigações contra a Procuradoria da República (PGR). A notícia-crime foi apresentada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e também denunciava o vice-procurador-geral, Humberto Jacques de Medeiros, e a subprocuradora Lindora Araújo, principais auxiliares de Aras. A entidade de imprensa acusou Aras por, supostamente, proteger o governo federal e a família do presidente Jair Bolsonaro de investigações. Moraes atendeu ao pedido de Aras e suspendeu a análise. O ministro argumentou que os fatos relatados já tinham sido arquivados em outro pedido de investigação, feito por um grupo de senadores. Eles acusavam o procurador-geral por se omitir diante dos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral, de não defender o regime democrático e não fiscalizar o cumprimento da lei no combate à pandemia.
A apoiadores, Bolsonaro rebate críticas sobre carta à nação: ‘O cara não lê a nota e reclama’

A apoiadores, Bolsonaro rebate críticas sobre carta à nação: ‘O cara não lê a nota e reclama’

PorPorGabriel set 10, 2021 3 Min de Leitura
Horas depois de publicar uma declaração à nação na qual afirma que nunca teve a intenção de agredir os Poderes da República, o presidente Jair Bolsonaro pediu aos seus apoiadores que leiam a nota oficial divulgada pelo Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 9, antes de criticá-lo. “O que acontece? Cada um fala o que quiser. O cara não lê a nota e reclama. Leia a nota, é bem curtinha. Duas, três vezes. São dez pequenos itens. Entenda. A gente vai acertando, a gente vai acertando. O acúmulo de lixo vem de 30, 40 anos. A gente está ganhando, a gente está ganhando. Se o dólar dispara, influencia no combustível, no gás de cozinha. Foi excepcional o trabalho de vocês, o retrato para o mundo todo, todo mundo viu o que está acontecendo. Alguns querem imediatismo. Se você namorar e casar em uma semana, vai dar errado o seu casamento”, afirmou Bolsonaro. O aceno do presidente, feito dois dias depois de afirmar na Avenida Paulista, em São Paulo, que não cumpriria decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não foi bem recebido por aliados e apoiadores. “Em nota oficial, Bolsonaro pediu desculpas pelas palavras no calor do momento. Game over”, diz uma publicação do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. “A realidade: a nota foi horrorosa e uma confissão de bravata”, acrescentou em outro post em seu perfil no Twitter. Na sessão da Câmara dos Deputados desta quinta-feira, 9, parlamentares da tropa de choque governista usaram a tribuna da Casa para se manifestar. “Vou pedir esse tempo para poder me posicionar a respeito da nota que o presidente acabou de postar. A princípio, vou dizer que fiquei até um pouco frustrada. Frustrada da mesma forma no dia em que o Moro pediu demissão. Durante alguns minutos, eu fiquei frustrada”, disse a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP). Ela acrescentou, porém, que o tempo vai mostrar que Bolsonaro acertou. O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), alvo de operação da Polícia Federal (PF) no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos, afirmou que precisava “confessar ao Brasil” que se entristeceu com a nota publicada pelo Planalto. “Algo me entristece e preciso confessar isto ao Brasil. Me entristece a nota publicada pelo governo federal e assinada pelo meu presidente. Duas coisas me chamam a atenção nesta fatídica nota: a primeira, é que está público que esta nota partiu de uma redação feita pelo ex-presidente Michel Temer, responsável pela estadia do déspota Alexandre de Moraes em uma das cadeiras do Pleno do STF. Sim, o presidente da República assina a nota do pai do déspota. Sim, o presidente permite que a redação seja do pai daquele que colocou o ditador da toga naquela cadeira”, disparou. Em fevereiro de 2017, após a morte do então ministro Teori Zavascki, Temer indicou Moraes para a Suprema Corte.

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